O Grupo de Teatro Heureca, parceiro do SESI da Paraíba, fará uma seleção gratuita, para pessoas com idade mínima de 16 anos que estejam cursando, ou que tenham terminado o ensino médio, para se tornarem atores ou atrizes com ou sem experiência em teatro.
O teste será no próximo sábado, dia 30 de janeiro, às 10h no Clube do Trabalhador (ao lado do SENAI da Prata). O Grupo dará certificado de participação dentro do seu projeto VAH – Valorizando o Artista Heureca, para aqueles que tiverem bom desempenho durante o curso preparatório de arte cênica.
O Heureca surgiu em 03 de janeiro de 2000, e realiza animações, workshops em arte-educação, oficinas de teatro e circo, consultorias, espetáculos empresariais e teatro-palestra. Em uma década de artes cênicas, já contabilizaram 102 espetáculos, nas ruas, nas indústrias, nas feiras, nos festivais, no comércio, nos shoppings, nas praças, nos auditórios, nos teatros, enfim em qualquer espaço realizável.
Nesses dez anos podem-se destacar os espetáculos: Zé Miséria Deus e o diabo, do pernambucano Elisberto Costa, com direção de Josimar Alves (2000); Hades uma história de fé e revolta, texto e direção de Aluizio Guimarães (2001); Catirina a Mulher Pidideira e o Boi Bumbá, texto de domínio público, adaptação livre e direção de Josimar Alves (2002); Quincas Borba, de Machado de Assis, adaptação livre e direção de Josimar Alves (2003); Camisa... Camisinha, texto e direção de Josimar Alves (2004); O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, adaptação livre e direção de Josimar Alves. (2005). Fausto Paraibano, texto do Dr. Adhemar Dantas e direção de Josimar Alves (2006). A Farsa do Advogado Pathelin, autor anônimo com direção de Josimar Alves (2007); Auto de natal em pernas de pau, texto e direção de Josimar Alves (2008); Beijo Molhado (Teatro de Rua) e Dona Tanajura não quer voar (Teatro Infantil. Estreou em 09-10-2009 na FIEP. Escrito em homenagem ao nascimento de Artemis, em agosto de 2008, a mais nova integrante do Heureca.) com textos e direção de Josimar Alves (2009).
Maiores informações:
http://www.grupoheureca.com.br/
http://gtheureca.tripod.com/
http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=16439231718680628186
Pesquisas comCUCA
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
MAAC deve ser inaugurado em maio
Com estrutura moderna projetada pelos arquitetos Acácio Gil Borsoi e Janete Costa, o novo prédio do Museu de Arte Assis Chateaubriand de Campina Grande (MAAC) está sendo construído na Avenida Otacílio Nepomuceno, s/n, esquina com a Rua João Lélis, no bairro do Catolé. A obra está com a parte arquitetônica e de engenharia em fase de conclusão. A próxima etapa do projeto será o acabamento e paisagismo. A previsão, segundo o diretor Hipólito Lucena, é que o museu seja entregue em maio deste ano.
Enquanto a obra não fica pronta, o acervo do museu doado pelo jornalista paraibano Assis Chateaubriand ao então reitor da Fundação Universidade Regional do Nordeste (Furne), Edvaldo de Souza do Ó, em 1967, permanece guardado na galeria de artes da Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão, na Avenida Floriano Peixoto.
Contemplar os quadros é entrar no mundo de importantes artistas do país. O acervo é um dos mais ricos do estado. O acervo museológico doado por Assis Chateaubriand é composto, atualmente, por 474 obras de arte. A coleção abrange obras que vão do Academismo Neoclássico Brasileiro ao processo modernizador, passando pelo abstracionismo, completado por representação da neovanguarda, incluindo também a arte primitiva.
No acervo há obras de artistas como Anita Malfatti, Portinari, Pedro Américo, Foujita, Eliseu Visconti, Frans Krajcberg, Antônio Dias, Juan Genovês, Djanira e tantos outros talentos brasileiros e estrangeiros, que nos últimos 30 anos contribuem para tornar a Paraíba um importante referencial das artes plásticas nacional.
Nos últimos meses, a Furne e a UEPB passaram a disputar a guarda do acervo. Os quadros doados pelo jornalista passaram muito tempo expostos no prédio do museu no Parque Evaldo Cruz, mas, por determinação da Justiça, há cerca de dois anos foram transferidos para a galeria de artes da Furne.
Fonte: Diário da Borborema
Enquanto a obra não fica pronta, o acervo do museu doado pelo jornalista paraibano Assis Chateaubriand ao então reitor da Fundação Universidade Regional do Nordeste (Furne), Edvaldo de Souza do Ó, em 1967, permanece guardado na galeria de artes da Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão, na Avenida Floriano Peixoto.
Contemplar os quadros é entrar no mundo de importantes artistas do país. O acervo é um dos mais ricos do estado. O acervo museológico doado por Assis Chateaubriand é composto, atualmente, por 474 obras de arte. A coleção abrange obras que vão do Academismo Neoclássico Brasileiro ao processo modernizador, passando pelo abstracionismo, completado por representação da neovanguarda, incluindo também a arte primitiva.
No acervo há obras de artistas como Anita Malfatti, Portinari, Pedro Américo, Foujita, Eliseu Visconti, Frans Krajcberg, Antônio Dias, Juan Genovês, Djanira e tantos outros talentos brasileiros e estrangeiros, que nos últimos 30 anos contribuem para tornar a Paraíba um importante referencial das artes plásticas nacional.
Nos últimos meses, a Furne e a UEPB passaram a disputar a guarda do acervo. Os quadros doados pelo jornalista passaram muito tempo expostos no prédio do museu no Parque Evaldo Cruz, mas, por determinação da Justiça, há cerca de dois anos foram transferidos para a galeria de artes da Furne.
Fonte: Diário da Borborema
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Zé Laurentino: uma lenda na universidade

Ele respira poesia. É raro algum campinense não conhecer a obra do poeta paraibano José Laurentino Silva. Zé Laurentino já nasceu com poesia correndo em suas veias. Alguns de seus poemas, como Eu, a cama e Nobelina e O matuto e o doutor, se tornaram clássicos na cidade. Em suas obras, ele declama as coisas do Nordeste e a simplicidade do homem do campo. Zé Laurentino parece ser a encarnação do interior nordestino, este sentir rústico, forte, telúrico e pândego ao mesmo tempo.
O "poetinha" foi escolhido pela Universidade Estadual da Paraíba para ser o paraninfo geral das turmas de concluintes 2009.2, do campus I, em Campina Grande. A cerimônia acontece amanhã às 17h30, na casa de shows Spazzio, tendo a presença da reitora Marlene Alves e representantes da UEPB, além, claro, da presença dos formandos e seus familiares.
Para aqueles que ainda desconhecem a magnitude da genialidade do poeta, o convite talvez tenha sido inusitado. Já para os admiradores de Laurentino, representa, certamente, uma merecida homenageme motivo de celebração para a UEPB. José Laurentino Silva nasceu em Puxinanã e, desde cedo, já tinha contato com música e poesia, tendo como primeira influência os próprios pais. Sua mãe cantava, seu pai lhe trazia cordéis.
Mesmo depois de se mudar para Campina Grande, após passar em um concurso e tornar-se funcionário público do INSS, Laurentino nunca deixou a poesia de lado. "A poesia faz parte da minha vida, não posso me imaginar sem o ofício do fazer poético. Eu não procuro os poemas, eles batem na minha porta, querendo vir à tona", revelou. Zé garante que nunca quis ganhar dinheiro com a poesia. Faz poesia porque gosta.
Atualmente, Laurentino prossegue dividindo sua vida entre as obrigações de servidor público, hoje prestando serviço ao Ministério da Saúde, e a poesia, muito embora seja conhecido como poeta e assim se identifique pessoalmente. A carreira de Zé abrange nove livros publicados e cinco CDs gravados. No início de sua caminhada artística, ele escrevia cordéis, feitos por encomenda para políticos, em sua maioria.
Fonte: Diário da Borborema
Para preservar o Festival de Inverno de Campina
A fim de celebrar os 35 anos do evento, uma ala do Teatro Severino Cabral será destinada ao acervo das peças
Completando 35 anos de existência em 2010, o Festival de Inverno de Campina Grande vai ganhar um presente especial. O festival que, segundo a sua idealizadora Eneia Agra Maracajá, se constitui uma grande "travessia", terá um museu próprio. A criação do Museu do Festival de Inverno foi anunciado recentemente, pelo secretário de Educação e Cultura do Município, Flávio Romero. O secretário contou que já apresentou a proposta a própria Eneida Agra e ao prefeito Veneziano Vital do Rêgo. A minuta do projeto será encaminhada para a Procuradoria Jurídica do Município e, posteriormente, seguirá para apreciação na Câmara de Vereadores.
O museu, conforme antecipou Flávio Romero, vai funcionar em uma das salas do Teatro Municipal Severino Cabral, que está passando por ampla reforma. Segundo ele, quando abrir as suas portas, o teatro terá um espaço especial para guardar todo acervo de um dos maiores festivais de invernos do país. "É inegável a importância cultural do Festivalde Inverno. Por isso vamos adequar uma das salas do Teatro Municipal para abrigar o Museu do Festival", contou o secretário.
Transbordando de felicidade, Eneida disse que este será o maior presente que o festival ganhará no ano em que completa os 20 anos. "Foi uma notícia que nos deixou felizes", revelou. O museu terá um rico acervo composto com peças que retratam os 35 anos do festival, bem como as duas décadas do Bloco da Saudade. São fotos, estandartes, roupas e outras peças que retratam os grandes espetáculos teatrais, as inesquecíveis mostras de danças e os shows realizados no festival em mais de três décadas de existência. Muitas das peças que irão compor o acervo do museu estão expostas em uma das galerias do Museu Histórico de Campina Grande.
Eneida Agra destacou que a edição do 35º ano do Festival de Inverno será especial. O projeto já está pronto. A ativista lembrou que nenhum estado do país tem um festival com tanta longividade. O segredo, segundo ela, são as atividades realizadas pelo festival durante o ano, a exemplo do Circo da Cultura e o projeto Cultura no Presídio, que será reaberto este ano.
Ao longo de 35 anos, grandes companhias de teatro e dança, e artistas de renome nacional já se apresentaram no Festival de Inverno de Campina Grande. Muitas das apresentações foram documentadas e farão parte do museu a ser aberto este ano. "Temos um material muito rico para expor", disse Eneida.
Fonte: Diário da Borborema
Completando 35 anos de existência em 2010, o Festival de Inverno de Campina Grande vai ganhar um presente especial. O festival que, segundo a sua idealizadora Eneia Agra Maracajá, se constitui uma grande "travessia", terá um museu próprio. A criação do Museu do Festival de Inverno foi anunciado recentemente, pelo secretário de Educação e Cultura do Município, Flávio Romero. O secretário contou que já apresentou a proposta a própria Eneida Agra e ao prefeito Veneziano Vital do Rêgo. A minuta do projeto será encaminhada para a Procuradoria Jurídica do Município e, posteriormente, seguirá para apreciação na Câmara de Vereadores.
O museu, conforme antecipou Flávio Romero, vai funcionar em uma das salas do Teatro Municipal Severino Cabral, que está passando por ampla reforma. Segundo ele, quando abrir as suas portas, o teatro terá um espaço especial para guardar todo acervo de um dos maiores festivais de invernos do país. "É inegável a importância cultural do Festivalde Inverno. Por isso vamos adequar uma das salas do Teatro Municipal para abrigar o Museu do Festival", contou o secretário.
Transbordando de felicidade, Eneida disse que este será o maior presente que o festival ganhará no ano em que completa os 20 anos. "Foi uma notícia que nos deixou felizes", revelou. O museu terá um rico acervo composto com peças que retratam os 35 anos do festival, bem como as duas décadas do Bloco da Saudade. São fotos, estandartes, roupas e outras peças que retratam os grandes espetáculos teatrais, as inesquecíveis mostras de danças e os shows realizados no festival em mais de três décadas de existência. Muitas das peças que irão compor o acervo do museu estão expostas em uma das galerias do Museu Histórico de Campina Grande.
Eneida Agra destacou que a edição do 35º ano do Festival de Inverno será especial. O projeto já está pronto. A ativista lembrou que nenhum estado do país tem um festival com tanta longividade. O segredo, segundo ela, são as atividades realizadas pelo festival durante o ano, a exemplo do Circo da Cultura e o projeto Cultura no Presídio, que será reaberto este ano.
Ao longo de 35 anos, grandes companhias de teatro e dança, e artistas de renome nacional já se apresentaram no Festival de Inverno de Campina Grande. Muitas das apresentações foram documentadas e farão parte do museu a ser aberto este ano. "Temos um material muito rico para expor", disse Eneida.
Fonte: Diário da Borborema
Turma do Pastoril se une a Lourdes Ramalho em peça
Um encontro e tanto. O teatro apimentado com causos de cordel e a picardia de dona Lourdes Ramalho, nossa maior dramaturga, com o humor rasgado e o talento indivual, focado no teatro de ator, da Companhia Paraibana de Comédia, grupo de maior popularidade em nosso Estado, autor dos espetáculos em série do Pastoril Profano. Assim é Romance do Conquistador, montagem dirigida por Edilson Alves, com texto de Lourdes Ramalho e a chancela do prêmio Myriam Muniz, da Funarte.
A peça dica, em cartaz até o dia 6 de fevereiro, sempre aos sábados, às 19h, no teatro Santa Roza, em João Pessoa. Escrita com a maestria de dona Lourdes que, como ninguém, funde a poesia popular dos cordéis com a carpintaria teatral, a peça é toda falada em versos, em sextilhas, estilo popular mais comum dos cordéis.
A peça narra as peripécias de um conquistador nordestino, João, interpretado com muita graça por Alessandro Tchê. Completam o elenco, Dinarte Silva (Zilda), Tony Silva (Narrador), Sergio Lucena (Prefeito, Beata e Comprador de Caixão), Ribamar de Sousa (Zefa, Beata, Vendedor de Caixão), Adeilton Pereira (Mulher do Delegado e Beata) e Alessandro Barros (Menino e o contrarregra).
Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia).
Fonte: Jornal da Paraíba
A peça dica, em cartaz até o dia 6 de fevereiro, sempre aos sábados, às 19h, no teatro Santa Roza, em João Pessoa. Escrita com a maestria de dona Lourdes que, como ninguém, funde a poesia popular dos cordéis com a carpintaria teatral, a peça é toda falada em versos, em sextilhas, estilo popular mais comum dos cordéis.
A peça narra as peripécias de um conquistador nordestino, João, interpretado com muita graça por Alessandro Tchê. Completam o elenco, Dinarte Silva (Zilda), Tony Silva (Narrador), Sergio Lucena (Prefeito, Beata e Comprador de Caixão), Ribamar de Sousa (Zefa, Beata, Vendedor de Caixão), Adeilton Pereira (Mulher do Delegado e Beata) e Alessandro Barros (Menino e o contrarregra).
Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia).
Fonte: Jornal da Paraíba
Pinduca traz o carimbó a João Pessoa

O Brasil optou pela República há 120 anos. Mesmo assim, a Monarquia continuou, até hoje, no gosto popular. Pense em um país para ter rei! A música, cuja coroa máxima pertence a Roberto Carlos, também dispensa títulos de igual realeza para Luiz Gonzaga, rei do Baião, e para Pinduca, o rei do Carimbó.
Este último integrante da família real da música brasileira estará se apresentando hoje no Estação Nordeste, evento promovido pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Fundação Cultural (Funjope). Oportunidade rara de assistir a uma apresentação do velho Pinduca. É que o cantor, aos 72 anos e com mais de 50 de carreira, anunciou que vai se aposentar.
A programação terá início a partir das 20h30, com um cortejo formado por representantes das tribos ‘Tupinambá’, do Mestre Carboreto, oriunda de Mandacaru; ‘Tupy Guanabara’, da cidade de Santa Rita, comandada pelo Mestre Manoel Adelino; ‘Papo Amarelo’, de Cruz das Armas, sob o comando de Mestre Genildo; ‘Ubirajara’, também do bairro de Cruz das Armas, organizada pelo Mestre Zé Teixeira, e Pele Vermelha, do Cristo Redentor, que tem à frente a Mestra Dona Inácia. A noite será animada, ainda, com um toque todo especial, o pífano de dona Zabé da Loca. Será um encontro de dois regionais. O forró com o carimbó.
Apresentações de realezas da música não costumam fugir muito do script. Assim, Pinduca vai revisitar sucessos de sua carreira e cantará “Carimbó do Macaco”, “O rico e o Pobre” e “Carimbó no Mato”, além de muito balanço e roupas coloridas, marcas registradas nas suas apresentações.
Com seus adereços típicos, um som dançante e letras que remetem muito à natureza, as paisagens e à culinária do Norte, ele também tem a marca das divertidas canções de duplo sentido que encontra em nosso forró tradicional uma linhagem comum, a exemplo de sucessos de expressões paraibanas como João Gonçalves (“Pescaria em Boqueirão”) e Genival Lacerda (“Raidinho de Pilha”, “Severina Xique Xique”).
Fonte: Jornal da Paraíba
domingo, 3 de janeiro de 2010
BANDA MENTES MUTÁVEIS LANÇA NOVO SINGLE NO INÍCIO DE JANEIRO
Depois de uma espera considerável, a banda Mentes Mutáveis de Campina Grande-PB finalmente estará lançando o seu segundo single, que se chama Teorias e será disponibilizado também no Myspace, site que abriga o trabalho do grupo na internet. O lançamento está previsto para acontecer na primeira semana de janeiro de 2010.
A música deveria ter sido lançada há mais de um mês, mas por conta de alguns imprevistos, o atraso tornou-se inevitável. Entretanto, os integrantes da banda consideram que houve a vantagem de Algo por mim mesmo, primeira música gravada e lançada no Myspace, ter sido bem trabalhada, recebendo quase 10 mil acessos nos três meses de divulgação.
Uma peculiaridade da banda Mentes Mutáveis é que as músicas variam bastante no que diz respeito às suas levadas, fazendo com que não haja um conceito único sobre sua sonoridade. Algumas músicas se parecem com outras na sua condução, mas o conjunto é bem variado, o que fortalece a intenção dos integrantes de não se inserirem em estilos.
O repertório atual é composto por 15 músicas próprias e cada qual com uma característica marcante, seja nas guitarras ou na bateria. Uma banda alimentada por diversas variações do rock e que tem em seu resultado um pouco de cada qualidade que o estilo tem a oferecer.
Para conhecer o trabalho da banda, basta acessar o www.myspace.com/mentesmutaveis. O grupo também tem perfil no Orkut, onde mantém contato mais próximo com seus fãs. Contato através do e mail bandamentesmutaveis@hotmail.com.
Integrantes da banda Mentes Mutáveis:
Michael Taynnan - Guitarras
Wagner Tavares - Guitarras
Ramon Santos - Bateria
Thiago D'angelo - Contra-baixo e Vocais
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
20 filmes para conferir em 2010
20 motivos para ir ao cinema em 2010.Confira a lista de filmes!
1º de janeiro
'Lula, o filho do Brasil', de Fabio Barreto
O diretor de "O quatrilho" conta a história da infância e da juventude do presidente Lula, em uma produção com orçamento de cerca de R$ 12 milhões. Glória Pires está no elenco, no papel da mãe do protagonista.
8 de janeiro
'Sherlock Holmes', de Guy Ritchie
Robert Downey Jr. encarna o famoso detetive numa adaptação moderninha da obra de Conan Doyle. Jude Law e Rachel Adams também integram o elenco.
15 de janeiro
'Onde vivem os monstros', de Spike Jonze
O cineasta indicado ao Oscar por "Quero ser John Malkovich" faz uma ousada adaptação do clássico da literatura infantil de Maurice Sendak, que encanta gerações de crianças há cerca de quatro décadas.
22 de janeiro
'Amor sem escalas', de Jason Reitman
Estrelada por George Clooney, a comédia já inicia o ano como uma das mais esperadas, já que é líder em indicações ao Globo de Ouro, participando da disputa em seis categorias. O diretor é o mesmo de "Juno", de 2007.
'Nine', de Rob Marshall
O musical, que concorre ao Globo de Ouro em cinco categorias, reúne um elenco de beldades, com Nicole Kidman, Penelope Cruz, Kate Hudson e Marion Cotillard, sob o comando do diretor do premiado "Chicago".
29 de janeiro
'Invictus', de Clint Eastwood
Morgan Freeman encarna o líder sul-africano Nelson Mandela nesse drama baseado em fatos reais. Matt Damon também está no elenco.
5 de fevereiro
'Um olhar do paraíso', de Peter Jackson
O cineasta da série "O senhor dos anéis" retorna às telas com uma fantasia sobre uma menina que tenta se comunicar com a família depois que é brutalmente assassinada. Com Mark Wahlberg, Rachel Weisz e Susan Sarandon.
12 de fevereiro
'O lobisomem', de Mark Romanek (veja o trailer)
O terror de época traz Benicio Del Toro como um homem que se transforma em monstro depois que é atacado por lobos. A superprodução traz efeitos especiais prometem impressionar e, de quebra, a atuação do veterano Anthony Hopkins.
19 de fevereiro
'Um homem sério', de Joel e Ethan Coen
Vencedores do Oscar por "Onde os fracos não têm vez", os irmãos Coen retornam com essa comédia de humor negro ambientada nos anos 1960.
5 de março
'Ilha do medo', de Martin Scorsese (veja o trailer)
Depois do premiado "Os infiltrados", Leonardo DiCaprio volta a trabalhar com o diretor veterano nesse filme policial. Mark Ruffalo e Ben Kingsley também integram o elenco.
2 de abril
'Alice no país das maravilhas', de Tim Burton (veja o trailer)
Com projeção em 3D, a superprodução faz uma adaptação pop do clássico de Lewis Carroll, misturando atores com animação. Com Johnny Depp e Anne Hathaway.
30 de abril
'Homem de Ferro 2', de Jon Favreau
Robert Downey Jr. interpreta novamente o herói Tony Stark nessa sequência da aventura, que traz como novidade Scarlet Johansson no papel da Viúva Negra.
14 de maio
'Robin Hood', de Ridley Scott
Russell Crowe volta a trabalhar em parceria com o diretor de "O gladiador" nessa refilmagem. Cate Blanchett também está no elenco.
28 de maio
'Sex and the city 2', de Michael Patrick King
A versão cinematográfica da série ganha uma continuação. A trama, com Sarah Jessica Parker e companhia, ainda é guardada em segredo.
18 de junho
'Bruna Surfistinha - O doce veneno do escorpião', de Marcus Baldini
Deborah Secco protagoniza a história da menina de classe média que virou garota de programa, transformada em livro de sucesso.
25 de junho
'Toy Story 3', de Lee Unkrich
O estúdio Pixar retorna às suas origens ao dar sequência à série que revolucionou a história da animação e dá um passo à frente ao investir na projeção 3D.
30 de junho
'Eclipse', David Slade
Na terceira parte da saga "Crepúsculo", lobisomens e vampiros devem trabalhar juntos para expulsar um grupo de vampiros maus das redondezas. Robert Pattinson e Kirsten Stewart repetem seus papéis no romance.
9 de julho
'Shrek para sempre', de Mike Mitchell
O ogro mais famoso do cinema ganha um quarto longa-metragem, em que Shrek se vê nostálgico, com saudades dos tempos em que tinha uma vida mais simples.
13 de agosto
'Tropa de elite 2', de José Padilha
O fenômeno do cinema nacional ganha continuação, com Wagner Moura de volta ao papel de Capitão Nascimento. A trama começa 15 anos depois do final do primeiro filme e mostra o crescimento do Batalhão de Operações Policiais Especiais do Rio (Bope) e a formação das milícias na cidade.
20 de agosto
'Os mercenários', de Sylvester Stallone
Com cenas rodadas em diversas partes do Rio, o longa-metragem de ação traz Stallone como protagonista e a atriz brasileira Giselle Itié no elenco.
Fonte: G1
1º de janeiro
'Lula, o filho do Brasil', de Fabio Barreto
O diretor de "O quatrilho" conta a história da infância e da juventude do presidente Lula, em uma produção com orçamento de cerca de R$ 12 milhões. Glória Pires está no elenco, no papel da mãe do protagonista.
8 de janeiro
'Sherlock Holmes', de Guy Ritchie
Robert Downey Jr. encarna o famoso detetive numa adaptação moderninha da obra de Conan Doyle. Jude Law e Rachel Adams também integram o elenco.
15 de janeiro
'Onde vivem os monstros', de Spike Jonze
O cineasta indicado ao Oscar por "Quero ser John Malkovich" faz uma ousada adaptação do clássico da literatura infantil de Maurice Sendak, que encanta gerações de crianças há cerca de quatro décadas.
22 de janeiro
'Amor sem escalas', de Jason Reitman
Estrelada por George Clooney, a comédia já inicia o ano como uma das mais esperadas, já que é líder em indicações ao Globo de Ouro, participando da disputa em seis categorias. O diretor é o mesmo de "Juno", de 2007.
'Nine', de Rob Marshall
O musical, que concorre ao Globo de Ouro em cinco categorias, reúne um elenco de beldades, com Nicole Kidman, Penelope Cruz, Kate Hudson e Marion Cotillard, sob o comando do diretor do premiado "Chicago".
29 de janeiro
'Invictus', de Clint Eastwood
Morgan Freeman encarna o líder sul-africano Nelson Mandela nesse drama baseado em fatos reais. Matt Damon também está no elenco.
5 de fevereiro
'Um olhar do paraíso', de Peter Jackson
O cineasta da série "O senhor dos anéis" retorna às telas com uma fantasia sobre uma menina que tenta se comunicar com a família depois que é brutalmente assassinada. Com Mark Wahlberg, Rachel Weisz e Susan Sarandon.
12 de fevereiro
'O lobisomem', de Mark Romanek (veja o trailer)
O terror de época traz Benicio Del Toro como um homem que se transforma em monstro depois que é atacado por lobos. A superprodução traz efeitos especiais prometem impressionar e, de quebra, a atuação do veterano Anthony Hopkins.
19 de fevereiro
'Um homem sério', de Joel e Ethan Coen
Vencedores do Oscar por "Onde os fracos não têm vez", os irmãos Coen retornam com essa comédia de humor negro ambientada nos anos 1960.
5 de março
'Ilha do medo', de Martin Scorsese (veja o trailer)
Depois do premiado "Os infiltrados", Leonardo DiCaprio volta a trabalhar com o diretor veterano nesse filme policial. Mark Ruffalo e Ben Kingsley também integram o elenco.
2 de abril
'Alice no país das maravilhas', de Tim Burton (veja o trailer)
Com projeção em 3D, a superprodução faz uma adaptação pop do clássico de Lewis Carroll, misturando atores com animação. Com Johnny Depp e Anne Hathaway.
30 de abril
'Homem de Ferro 2', de Jon Favreau
Robert Downey Jr. interpreta novamente o herói Tony Stark nessa sequência da aventura, que traz como novidade Scarlet Johansson no papel da Viúva Negra.
14 de maio
'Robin Hood', de Ridley Scott
Russell Crowe volta a trabalhar em parceria com o diretor de "O gladiador" nessa refilmagem. Cate Blanchett também está no elenco.
28 de maio
'Sex and the city 2', de Michael Patrick King
A versão cinematográfica da série ganha uma continuação. A trama, com Sarah Jessica Parker e companhia, ainda é guardada em segredo.
18 de junho
'Bruna Surfistinha - O doce veneno do escorpião', de Marcus Baldini
Deborah Secco protagoniza a história da menina de classe média que virou garota de programa, transformada em livro de sucesso.
25 de junho
'Toy Story 3', de Lee Unkrich
O estúdio Pixar retorna às suas origens ao dar sequência à série que revolucionou a história da animação e dá um passo à frente ao investir na projeção 3D.
30 de junho
'Eclipse', David Slade
Na terceira parte da saga "Crepúsculo", lobisomens e vampiros devem trabalhar juntos para expulsar um grupo de vampiros maus das redondezas. Robert Pattinson e Kirsten Stewart repetem seus papéis no romance.
9 de julho
'Shrek para sempre', de Mike Mitchell
O ogro mais famoso do cinema ganha um quarto longa-metragem, em que Shrek se vê nostálgico, com saudades dos tempos em que tinha uma vida mais simples.
13 de agosto
'Tropa de elite 2', de José Padilha
O fenômeno do cinema nacional ganha continuação, com Wagner Moura de volta ao papel de Capitão Nascimento. A trama começa 15 anos depois do final do primeiro filme e mostra o crescimento do Batalhão de Operações Policiais Especiais do Rio (Bope) e a formação das milícias na cidade.
20 de agosto
'Os mercenários', de Sylvester Stallone
Com cenas rodadas em diversas partes do Rio, o longa-metragem de ação traz Stallone como protagonista e a atriz brasileira Giselle Itié no elenco.
Fonte: G1
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
A vez do’ Oscar’ do cinema paraibano
Academia é sinônimo de chá e velhinhos discutindo o sexo dos anjos? “A nossa, não”, responde, de prontidão, o sempre expressivo Wills Leal, presidente da Academia Paraibana de Cinema (APC). “A nossa é mais debate! A imortalidade é mais cinematográfica”, acrescentou.
Com seus gestos largos e sua voz forte, o imortal da cadeira número 4, cujo patrono é o roteirista Péricles Leal, Wills visitou a redação do JORNAL DA PARAÍBA com novidades. Amanhã, será inaugurada a sede da APC, que passará a funcionar no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa.
A solenidade não marcará apenas a mudança de endereço da academia, que funcionava no Cine Mirabeau. A programação é extensa e tem início às 17h, no Espaço Cultural, com: inauguração da sede da Academia Paraibana de Cinema; entrega do Diploma de Sócio Benemérito da APC ao presidente da Funesc, Maurício Burity; entrega dos Prêmios da Academia Paraibana de Cinema (o ‘Oscar’ do Cinema Paraibano); entrega dos troféus e prêmios aos vencedores do ‘II Festcine Digital do Semi-Árido’; assinatura, pelo Governo do Estado, dos contratos para produção dos roteiros aprovados pelo Prêmio Linduarte Noronha.
Grande novidade, o ‘Oscar’ do Cinema Paraibano foi analisado por uma comissão formada por membros da Academia. “Foram analisados 64 filmes”, conta Willis. Apenas duas categorias, média de ficção e filme de animação, ficaram sem premiados.
Os vencedores foram: O Sonho de Inacim, de Eliézer Rolim (longa, ficção); Zé Ramalho – o herdeiro de Avôhai (longa, documentário); Cineasta da Terra, de Manfredo Caldas (média-metragem); O Plano do Cachorro, de Arthur Lins e Ely Marques (curta, ficção); Sweet Karolyne, de Ana Bárbara (curta, documentário); Alquimia com livros e uvas, de Chico Dantes (curta, experimental).
“Nossa ideia é que este (o prêmio da Academia) seja o principal prêmio do Estado. O que existe atualmente são prêmios de festivais. Queremos fazer uma premiação permanente, todo ano”, adiantou Wills Leal que vislumbra, num futuro próximo, que os agraciados com o troféu do “Oscar Paraibano” venham receber, também, uma premiação em dinheiro – atualmente, os vencedores só recebem apenas troféu.
Fonte: Jornal da Paraíba
Com seus gestos largos e sua voz forte, o imortal da cadeira número 4, cujo patrono é o roteirista Péricles Leal, Wills visitou a redação do JORNAL DA PARAÍBA com novidades. Amanhã, será inaugurada a sede da APC, que passará a funcionar no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa.
A solenidade não marcará apenas a mudança de endereço da academia, que funcionava no Cine Mirabeau. A programação é extensa e tem início às 17h, no Espaço Cultural, com: inauguração da sede da Academia Paraibana de Cinema; entrega do Diploma de Sócio Benemérito da APC ao presidente da Funesc, Maurício Burity; entrega dos Prêmios da Academia Paraibana de Cinema (o ‘Oscar’ do Cinema Paraibano); entrega dos troféus e prêmios aos vencedores do ‘II Festcine Digital do Semi-Árido’; assinatura, pelo Governo do Estado, dos contratos para produção dos roteiros aprovados pelo Prêmio Linduarte Noronha.
Grande novidade, o ‘Oscar’ do Cinema Paraibano foi analisado por uma comissão formada por membros da Academia. “Foram analisados 64 filmes”, conta Willis. Apenas duas categorias, média de ficção e filme de animação, ficaram sem premiados.
Os vencedores foram: O Sonho de Inacim, de Eliézer Rolim (longa, ficção); Zé Ramalho – o herdeiro de Avôhai (longa, documentário); Cineasta da Terra, de Manfredo Caldas (média-metragem); O Plano do Cachorro, de Arthur Lins e Ely Marques (curta, ficção); Sweet Karolyne, de Ana Bárbara (curta, documentário); Alquimia com livros e uvas, de Chico Dantes (curta, experimental).
“Nossa ideia é que este (o prêmio da Academia) seja o principal prêmio do Estado. O que existe atualmente são prêmios de festivais. Queremos fazer uma premiação permanente, todo ano”, adiantou Wills Leal que vislumbra, num futuro próximo, que os agraciados com o troféu do “Oscar Paraibano” venham receber, também, uma premiação em dinheiro – atualmente, os vencedores só recebem apenas troféu.
Fonte: Jornal da Paraíba
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Alceu Valença se rende à sétima arte

Terminaram na semana passada as filmagens de A luneta do tempo, primeiro filme dirigido por Alceu Valença
De tão ousado em sua premissa, ninguém sabe se o resultado será genial e revolucionário ou ruim e chato. Com certeza, o longa-metragem representa uma reviravolta na carreira do cantor, não só por causa do experimento inédito no cinema brasileiro, mas também do ponto de vista musical, pois trata-se de algo completamente diferente de tudo o que ele fez ao longo de sua carreira.
Orçado em R$ 4 milhões, o longa, na verdade, ainda tem cenas a serem filmadas, marcadas para março. O material captado até agora corresponde a cerca de 85% do total. O restante será rodado em março, em Olinda (PE), pois as cenas são internas ou com enquadramentos mais fechados e não necessitam das grandes paisagens do interior de Pernambuco (Cimbres é um vilarejo localizado ao lado do município de Pesqueira, a 200 km do Recife).
Um dos maiores desafios de A luneta do tempo é sua estrutura dramática, pois todos os diálogos são cantados ou recitados em versos rimados. Todo o roteiro foi gravado em áudio antes do início das filmagens, o que rendeu um material sonoro com duas horas de duração. As vozes dos atores são gravadas nas cenas, mas eles usam pontos eletrônicos escondidos dentro dos ouvidos para poderem acompanhar o ritmo dos arranjos pré-gravados das músicas. Todos os diálogos são cantados ou recitados.
Alceu é perfeccionista e ao mesmo tempo livre para improvisos. Segundo sua equipe, ele costuma criar cenas inteiras no momento de filmar e para isso escreve novos versos-diálogos-músicas na hora. Por causa de uma chuva, o artista resolveu reescrever uma cena de batalha entre soldados e cangaceiros para não perder um dia de filmagem e os atores interpretaram como se os personagens estivessem em uma tempestade. O que seria um acidente imprevisto que interromperia a produção foi convertido em um novo elemento poético providenciado pela natureza.
Ele fiscaliza cada sílaba verbalizada pelos atores, que também precisam interpretar com a entonação, o ritmo, a pronúncia, o tom de voz, a musicalidade e o sotaque definidos pelo diretor (a partir de suas lembranças pessoais sobre o povo do interior), que também faz questão de exercer controle sobre detalhes como as coreografias e as movimentações e enquadramentos de câmera. No set, percebe-se que ele já domina os termos técnicos cinematográficos e as funções e nomes dos equipamentos.
"Fiquei mais nervoso durante os dez anos antes de começar a filmar do que estou agora", admite o diretor. Por outro lado, diz que "Filmar, pra mim, é a coisa mais fácil do mundo", avalia o artista, que está acostumado a comandar plateias de dezenas de milhares de pessoas. "O filme ainda nem está pronto e já fomos convidados para participar de festivais de cinema na Europa e na África."
Fonte: Diário da Borborema
Declamador prepara 5º CD

Obra, que enaltece o Nordeste, está em fase de finalização e deverá ser lançada em janeiro
A poesia para ele está no sangue e vem de berço. Os versos surgem inexplicavelmente. Filho de poeta, Iponax Vila Nova usa as palavras para enaltecer os valores da cultura nordestina. Poeta declamador, ele conta através da poesia as belezas da região, a partir dos elementos enraizados na cultura popular. Filho do renomado repentista Ivanildo Vila Nova, Ivonax se prepara para lançar o seu 5º CD "Bem Longe de Mim". A obra está em fase de finalização e deverá ser lançada em janeiro, seguindo a mesma linha dos trabalhos anteriores batizados de "Humor Declamado" 1, 2 e 3 e "Iponax Vila Nova Poeta Declamador".
No começo de sua carreira, Iponax partiu para o lado do humor declamado. A inspiração inicial veio de Zé Laurentino. Mesmo sendo fã do poeta campinense, Iponax quis ter o seu estilo próprio e enveredar pelos caminhos da poesia fazendo trabalho diferenciado. "Zé Laurentino é mais um poeta sonhador e romântico", observou.
Ele confessa que no começo visou mais o mercado utilizando o humor em sua poesia, como faz Jessier Quirino, Chico Pedrosa, entre outros declamadores. Entretanto, do último CD para cá, viu que não era interessante apenas visar o mercado. Descobriu então, que além do humor, poderia inserir a crítica em seu trabalho. E a fórmula deu certo. Iponax não para se fazer apresentações.
Hoje, o trabalho de Iponax é mesclado de humor e crítica. No último CD, ele aprofundou o tema "Nordestino sim senhor". De forma engraçada, mas com forte dosagem de crítica, ele mostrou nos versos a saga dos nordestinos que vão para o sul do país, passam lá uns dias,e voltam falando carioca ou paulista, esquecendo inclusive alguns valores de sua região. No próximo trabalho "Bem Longe de Mim", Iponax fará crítica a determinadas bandas de forró que tocam música sem o comprometimento com a cultura da região. Um dos versos apela para "não se fazer propaganda de forma hostilizada, pois o poeta só gosta de xaxado, xote, baião e ciranda e quer esse tipo de forró tocado pelas bandas longe".
Iponax segue a linha de poetas que preferem fazer os versos rimados. Ele conta que vem de uma origem de avó e pai repentistas considerado por muitos como o maior de todos os tempos, que é Ivanildo Vila Nova, e por isso, não consegue fazer poesia diferente. Não consegue fazer versos quebrados.
Para Iponax, o Nordeste é um fértil terreno para os poetas. O solo nordestino, segundo ele, é sempre ricom principalmente para os cantadores. O poeta lembra que a cantoria difere do forró. O forró, segundo ele, é muito de época, tocado principalmente no período junino, enquanto que a cantoria acontece quase todos os dias em vários lugares do Nordeste ao mesmo tempo.
As chamadas cantorias de pé de parede, os shows de repente e festivais de violeiros, acontecem com frequência no Nordeste, o que segundo Iponax, traduz a força cultural da região. A agenda do cantador, de acordo com Iponax, é muito mais completa do que qualquer banda de forró.
Iponax, que é gerente do Centro Cultural Lourdes Ramalho, garante que hoje podetranquilamente viver só da poesia. Isso porque ele tem uma agenda cheia. "É muito difícil eu parar um final de semana em Campina Grande", conta. Quando não está declamando, ou fazendo show solo, ele está apresentando festival de violeiros. Assim, passa o ano todo na estrada, divulgando e vivendo de poesia.
Fonte: Diário da Borborema
domingo, 20 de dezembro de 2009
Quem fica com o acervo da UEPB?
Universidade e Furne não chegam a um acordo para definir onde ficarão as obras doadas por Assis Chateaubriand
Um dos grandes patrimônios culturais de Campina Grande tem sido motivo de divergência entre a Universidade Estadual da Paraíba e a Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Furne). O acervo do Museu de Arte Assis Chateaubriand está sendo disputado pelas duas instituições. Ninguém quer abrir mão de ficar permanentemente com a guarda das obras doadas pelo jornalista Assis Chateaubriand.
Os quadros doados pelo jornalista paraibano passaram muito tempo expostos no prédido do museu no Parque Evaldo Cruz (Açude Novo), mas, por determinação da Justiça, há cerca de dois anos foram transferidos para a Galeria de Artes da Furne. A princípio, as obras ficariam na Furne até a construção do novo Museu Assis Chateaubriand, cujas as obras estão em andamento no bairro do Catolé.
Esta semana um impasse marcou o processo de transferência das obras do Museu Assis Chateaubriand. O novo museu, previsto para ser inaugurado em maio do próximo ano, pretende receberas obras de artistas como Portinari e Pedro Américo, que estão guardadas no atual prédio, localizado na Avenida Floriano Peixoto. Mas a Furne, que atualmente administra as obras, não concorda com a transferência das obras doadas por Assis Chateaubriand. O acervo tem 474 peças de arte.
A reitora da UEPB, Marlene Alves, garante que o acervo pertence ao povo. Ela lembrou que o acervo sempre foi administrado pela Furne e pela UEPB. A reitora defende uma guarda compartilhada. Ela disse ainda que a universidade vai questionar na Justiça qual das instituições possui mais condições de administrar o acervo do museu. "A Justiça é quem vai decidir quem ficará com a guarda permanente do acervo", ressaltou.
Marlene lembrou que o acervo foi doado por Assis Chateaubriand ao então reitor da Fundação Universidade Regional do Nordeste (Furne), Edvaldo de Souza do Ó, em 1967. No ano de 1987, a universidade foi estadualizada e passou a ser a UEPB. Mas, por ordem judicial, as obras ficaram sob a administração da Furne, hoje Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão.
José Ataíde, presidente da Furne, afirma que as obras vão continuar onde estão e emprestadas para exposições. Ele ressaltou ainda que ficou definido por sentença judicial que o acervo ficaria no prédio da Avenida Floriano Peixoto, para compor o patrimônio da fundação. As obras, dos mais variados estilos, incluindo desenhos, pinturas, esculturas, gravuras, colagens e outros métodos, apresenta a arte em diversos momentos do cenário brasileiro.
Fonte: Diário da Borborema
Um dos grandes patrimônios culturais de Campina Grande tem sido motivo de divergência entre a Universidade Estadual da Paraíba e a Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Furne). O acervo do Museu de Arte Assis Chateaubriand está sendo disputado pelas duas instituições. Ninguém quer abrir mão de ficar permanentemente com a guarda das obras doadas pelo jornalista Assis Chateaubriand.
Os quadros doados pelo jornalista paraibano passaram muito tempo expostos no prédido do museu no Parque Evaldo Cruz (Açude Novo), mas, por determinação da Justiça, há cerca de dois anos foram transferidos para a Galeria de Artes da Furne. A princípio, as obras ficariam na Furne até a construção do novo Museu Assis Chateaubriand, cujas as obras estão em andamento no bairro do Catolé.
Esta semana um impasse marcou o processo de transferência das obras do Museu Assis Chateaubriand. O novo museu, previsto para ser inaugurado em maio do próximo ano, pretende receberas obras de artistas como Portinari e Pedro Américo, que estão guardadas no atual prédio, localizado na Avenida Floriano Peixoto. Mas a Furne, que atualmente administra as obras, não concorda com a transferência das obras doadas por Assis Chateaubriand. O acervo tem 474 peças de arte.
A reitora da UEPB, Marlene Alves, garante que o acervo pertence ao povo. Ela lembrou que o acervo sempre foi administrado pela Furne e pela UEPB. A reitora defende uma guarda compartilhada. Ela disse ainda que a universidade vai questionar na Justiça qual das instituições possui mais condições de administrar o acervo do museu. "A Justiça é quem vai decidir quem ficará com a guarda permanente do acervo", ressaltou.
Marlene lembrou que o acervo foi doado por Assis Chateaubriand ao então reitor da Fundação Universidade Regional do Nordeste (Furne), Edvaldo de Souza do Ó, em 1967. No ano de 1987, a universidade foi estadualizada e passou a ser a UEPB. Mas, por ordem judicial, as obras ficaram sob a administração da Furne, hoje Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão.
José Ataíde, presidente da Furne, afirma que as obras vão continuar onde estão e emprestadas para exposições. Ele ressaltou ainda que ficou definido por sentença judicial que o acervo ficaria no prédio da Avenida Floriano Peixoto, para compor o patrimônio da fundação. As obras, dos mais variados estilos, incluindo desenhos, pinturas, esculturas, gravuras, colagens e outros métodos, apresenta a arte em diversos momentos do cenário brasileiro.
Fonte: Diário da Borborema
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