Universidade e Furne não chegam a um acordo para definir onde ficarão as obras doadas por Assis Chateaubriand
Um dos grandes patrimônios culturais de Campina Grande tem sido motivo de divergência entre a Universidade Estadual da Paraíba e a Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Furne). O acervo do Museu de Arte Assis Chateaubriand está sendo disputado pelas duas instituições. Ninguém quer abrir mão de ficar permanentemente com a guarda das obras doadas pelo jornalista Assis Chateaubriand.
Os quadros doados pelo jornalista paraibano passaram muito tempo expostos no prédido do museu no Parque Evaldo Cruz (Açude Novo), mas, por determinação da Justiça, há cerca de dois anos foram transferidos para a Galeria de Artes da Furne. A princípio, as obras ficariam na Furne até a construção do novo Museu Assis Chateaubriand, cujas as obras estão em andamento no bairro do Catolé.
Esta semana um impasse marcou o processo de transferência das obras do Museu Assis Chateaubriand. O novo museu, previsto para ser inaugurado em maio do próximo ano, pretende receberas obras de artistas como Portinari e Pedro Américo, que estão guardadas no atual prédio, localizado na Avenida Floriano Peixoto. Mas a Furne, que atualmente administra as obras, não concorda com a transferência das obras doadas por Assis Chateaubriand. O acervo tem 474 peças de arte.
A reitora da UEPB, Marlene Alves, garante que o acervo pertence ao povo. Ela lembrou que o acervo sempre foi administrado pela Furne e pela UEPB. A reitora defende uma guarda compartilhada. Ela disse ainda que a universidade vai questionar na Justiça qual das instituições possui mais condições de administrar o acervo do museu. "A Justiça é quem vai decidir quem ficará com a guarda permanente do acervo", ressaltou.
Marlene lembrou que o acervo foi doado por Assis Chateaubriand ao então reitor da Fundação Universidade Regional do Nordeste (Furne), Edvaldo de Souza do Ó, em 1967. No ano de 1987, a universidade foi estadualizada e passou a ser a UEPB. Mas, por ordem judicial, as obras ficaram sob a administração da Furne, hoje Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão.
José Ataíde, presidente da Furne, afirma que as obras vão continuar onde estão e emprestadas para exposições. Ele ressaltou ainda que ficou definido por sentença judicial que o acervo ficaria no prédio da Avenida Floriano Peixoto, para compor o patrimônio da fundação. As obras, dos mais variados estilos, incluindo desenhos, pinturas, esculturas, gravuras, colagens e outros métodos, apresenta a arte em diversos momentos do cenário brasileiro.
Fonte: Diário da Borborema
Pesquisas comCUCA
domingo, 20 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
ORKUTEIROS
Divulgadores deram mais utilidade aos internautas que vivem navegando, navegando... sem porto de atraque: promoções de marketing virtual pra música são cada vez mais atraentes e agregadoras de público
Depois da quebra na indústria fonográfica, da baixa nas vendas dos CDs e da desvalorização do cachê dos artistas nos shows, a música encontrou consumidores virtuais que exigem gratuidade em tudo. Para não fazer o mercado minguar mais ainda, causando confusão nos conceitos das artes que geralmente são copiados pela turma do entretenimento no Brasil, o mercado se renovou. Entram em cena o Myspace, o Facebook, o Twitter e o tarimbado Orkut. Estas ferramentas que auxiliam na divulgação de um trabalho musical foram abordadas por palestrantes nacionais e internacionais na Feira Música Brasil 2009.
Muitas foram as perspectivas apresentadas no importante painel Marketing e Divulgação na Era Digital, que lotou o Teatro Apollo no Recife antigo. Todos querem saber como gerar renda a partir dessas novas e bastante utilizadas técnicas de divulgação virtual. Ainda mais com o dado apresentado pelo palestrante Gustavo Zillar, fundador da Aorta, empresa especializada em aplicativos e comunicação por conteúdo em novas mídias.
Segundo ele, no Brasil, quase 50% dos acessos feitos na internet é através de lan houses. Isso quer dizer que a música não é divulgada, nem ouvida, muito menos comprada. Ou seja, metade dos internautas brasileiros é gente que acessa o orkut, responde um scrap, olha os cabeçalhos dos sites e blogs e vai embora. Difícil desse interneuta virar consumidor de música, segundo os palestrantes.
Mas esse dado foi corrigido ao vivo, na hora da palestra de Zillar, por telefone celular, através de mensagem do Twitter. "Quem garantiu que isso é verdade foi o Sílvio Meira, de um dos núcleos de música do Brasil", informou. A mediadora do painel, a jornalista Márcia Elena Almeida, que passou os últimos anos à frente da área de conteúdo digital da Universal Music, não deixou perguntas importantes de lado, como onde estar, como estar e para que estar presente em tudo na internet.
Outro palestrante, Mathias Baus, de Londres, falou dos novas promoções européias, que ele ajudou a desenvolver. Uma das estratégias de marketing mais bacanas desenvolvidas nos últimos tempos na terra londrina foi colocar músicas de uma banda num relógio digital. A promoção gerou mais acessos aos sites e ferramentas de comunicação da banda, aumentando o público e gerando renda pelos downloads das músicas para os relógios.
QUENTE - A Feira é a maior da América Latina no segmento da música independente, que parece ser o único tipo resistente de autoralidade no momento, ainda que submerso nesse mar de lama sonoro que só dá dor de cabeça no brasileiro televisivo | imagem: Val da Costa
PULVERIZANDO - Um dado interessante discutido e bastante ressaltado neste painel foi que, o músico que quer ficar conhecido nacional e intenacionalmente, gerar público e vender fonogramas ou até mesmo CDs, tem que entrar na internet, usar todas as ferramentas, que são gratuitas, e ainda criar um diferencial competitivo das milhões de novas criações musicais que surgem a cada dia na virtualidade.
Fonte: De acordo com
Foto: Val da costa
ENTRE LETRAS
Com cheiro de livros e café quente, a oficina do produtor de palco Sérgio Valença mostrou como fazer uma montagem moderna na Era digital
Como as artes hoje em dia interagem constantemente com o mundo digital, a produção de espetáculos musicais também está nesta onda. Na oficina que abordou esse tema durante a Feira Música Brasil 2009, em Recife (PE), o produtor de palco Sérgio Valença, mostrou a dezenas de pessoas, como montar um show. É a vez do velho cenário, montado com todos os riquififes sair de cena e entrar o digital, construindo telões e se tornando cada vez mais multimídia.
Exemplo: o próprio palco montado para os shows da Feira. Como um acento circunflexo gigante, os dois espaços foram dispostos formando "a seta" do Marco Zero. Essa construção aliada a uma concepção de iluminação profissional, segundo Sérgio, possibilitou imagens nunca antes tiradas dos shows da Feira. "Os fotógrafos profissionais me perguntaram o que tinha contecido. Apenas acertamos numa forma de iluminação que deu o efeito", disse.
Devido ao caráter mais prático desse tipo de capacitação, Sérgio realizou a oficina em dois momentos pra dar tempo de todos verem os milhares de componentes que existem atualmente e as novas tecnologias de palco. Tudo é digitalizado e prático, de acordo com o produtor, que iniciou a carreira no Hollywood Rock na década de 1990.
"Muitos profissionais de imagens procuram sempre fazer as fotos e as filmagens no início dos shows. Seria interessante mudar um pouco essa lógica, invertendo o horário. O melhor momento de se pegar imagens de um show é no final dele, quando todos os probleminhas iniciais das diversas técnicas da produção já foram eliminados", sugeriu Sérgio. Entre outros artistas, ele já produziu os shows de Lenine do CD Na Pressão.
Fonte: De acordo com
Foto: Val da Costa
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
A influência de Gonzagão

Artistas falam sobre a presença de Luiz Gonzaga, que completou 97 anos ontem, em seus trabalhos
Quando tinha cinco anos, o cantor Flávio José assistiu um show de Luiz Gonzaga em Arcoverde (PE). Depois do show foi para casa e pediu uma sanfona ao pai. Seu destino estava traçado. Defensor do forró pé-de-serra, do xote e do baião, Flávio confessa que recebeu fortes influência de Luiz Gonzaga. Em todos os seus shows ele costuma dedicar um bloco ao rei do baião. "Não tem como se falar em forró sem lembrar de Luiz Gonzaga. Ele é o pai do forró. O responsável por tudo na cultura nordestina", revelou.
Flávio José não esquece de manter as raízes de Gonzação. Ele já gravou várias músicas do rei do baião. Em 1986 teve a oportunidade de dividir o palco com Luiz Gonzaga numa festa junina realizada em Olinda (PE). Ele conta que tem saudade de "Seu Lua", como Gonzagão era chamado pelos amigos e lamenta que a obra do rei do baião esteja caindo no esquecimento da mídia.
Como Flávio José muitos artistas sofreram fortes influências de Luiz Gonzaga em suas carreiras. É dificilencontrar no Nordeste algum forrozeiro que não tenha gravado pelo menos uma música do rei do baião. O cantor Capilé, por exemplo, já gravou várias músicas de Gonzagão. Sem cerimônia, ele confessa que sempre bebeu na fonte de "seu Luiz". "Luiz Gonzaga é o responsável por tudo. Não tem como esquecer de 'seu Luiz'. Ele cantou o Nordeste. Incorporou a alma do nordestino", revelou.
O sanfoneiro Amazan se confessa fã de Luiz Gonzaga. Desde criança ouviu o rei do baião. Entre suas canções favoritas estão Asa branca, Pagode russo, Respeita Januário, Triste partida, A morte do vaqueiro, ABC do Sertão e Assum preto. Por isso, em seus shows, ele não esquece de cantar músicas do ídolo. "O legado de Luiz Gonzaga é grande", disse. Luiz Gonzaga teve forte influência artística na carreira do chamado "poeta de alma cheia".
Todos sabem que Biliu de Campina Grande é "discípulo" de Jackson do Pandeiro. Só que além de seguir o rei do ritmo, Biliu também vê na obra de Luiz Gonzaga a essência do Nordeste. Ele destaca que Luiz Gonzaga conseguia tocar forró o ano todo e agradar todos os públicos, desde o jovem da classe média até o retirante do Nordeste. "Luiz Gonzaga mostrou como se faz forró, xote e baião de verdade", afirmou.
Fonte: Diário da Borborema
Foto: www.luizluagonzaga.com.br
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Cultura cafeeira do brejo paraibano é tema de curta-metragem
A pré-estreia será em 08 de dezembro durante o FEST Aruanda
No início do século XX, no brejo paraibano, era produzido o segundo melhor café do país. A informação é do diretor e roteirista Aluizio Guimarães, arrematando que "nosso café perdia apenas para o café produzido em São Paulo”. E para resgatar este aroma histórico escondido nos rios e vales paraibanos foi produzido o curta-metragem “Borra de Café”.
Para além de um simples curta-metragem, a trama promete levantar algumas polêmicas, uma delas é a ousadia impressa na narrativa. “Não são histórias reais, mas bem que poderiam ser”, observa Aluizio, confessando que muito do que escreveu foi baseado em causos e estórias contadas por pessoas da região.
Aliás, uma das características da produção é justamente a de retratar o cotidiano dos habitantes do Brejo. “É uma região pouco valorizada por sua beleza e história. No filme, tento mostrar que a Paraíba não é apenas solo rachado, sol escaldante e mandacaru”, destacou Aluizio.
“BORRA DE CAFÉ” - é um curta, com duração de 20 minutos, que tem como cenário as belas paisagens do brejo paraibano, onde será mostrado o drama de Antônio (Chico Oliveira), que no início do século XX (1908 a 1923), depois da morte da esposa, Maria (Suelaine Lima), se depara com a difícil situação de criar sozinho sua única filha, Ana Beatriz (Rayanne Araújo). Isolados em uma vale, recebendo esporadicamente a visita de dois amigos tropeiros, os dois desenvolvem uma forma peculiar de relação, que trará grandes consequências em suas vidas.
Trata-se de um curta-metragem de época, com uma rigorosa estrutura de Direção de Arte. A estrutura dramática do filme gira em torno de um núcleo familiar complexo. "Uma nudez que não despe e de uma dor que não grita" é assim que Aluizio exprime como serão apresentados os conflitos subliminarmente expostos na trama de "Borra de Café".
Tipo exportação - Após ser lançado e exibido em Campina Grande, João Pessoa, Matinhas, Olinda e Caruaru, o diretor tem outros planos de voo para o curta. É que "Borra de café" deverá ser posto à mesa dos inúmeros festivais de cinema no Brasil e no mundo, razão pela qual, será legendado em inglês, espanhol e francês.
O fato é que, embora o curta ainda esteja em fase de pré-estreia, ao que parece, será mais um dos muitos sucessos colecionados pelo autor, cuja produção teatral, a exemplo de "Água, areia e as maçãs" e “Inferno”, é bastante conhecida no meio artístico.Os interessados em sentir o sabor da obra já poderão fazê-lo. A pré-estreia está marcada para o dia 08 de dezembro em João Pessoa durante o FEST ARUANDA, no Hotel Tambaú, às 16 horas.
Ficha técnica:
Direção: Aluizio Guimarães
Produção Executiva: Amazile Vieira
Direção de Produção: Luciano Mariz e Hingrit Nitsche
Direção de Fotografia: Helton Paulino
Direção e Edição de Som: Guga S. Rocha
Direção de Arte: Fernando Rabelo e Thaïs Gualberto
Figurino e Maquiagem: Iomana Rocha, Rebecca Cirino e Renato Barros
Edição e Finalização: Ely Marques
Elenco: Rayanne Araújo, Chico Oliveira, Suelaine Lima, Napoleão Gutemberg, João Demilton, Kaliuma Soares, Iris Bezerra e outros.
Foto: Franz Lima
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Orquestra e Coral no Bairro do Mutirão

“Orquestra Sivuca” e coral “Coro em Canto” realizam Concerto de Natal na Comunidade do Mutirão
A comunidade do Mutirão, em Campina Grande, terá neste sábado (5) uma programação especial: a Orquestra Sivuca de Campina Grande e o coral Coro em Canto levarão para o bairro o Concerto de Natal. Uma apresentação belíssima que acontecerá às 19h na SAB local.
Um espetáculo encantador que proporcionará a todos os moradores do bairro a oportunidade de acompanhar uma belíssima apresentação clássica e celebrar de maneira intensa este período especial para os cristãos, que é o Natal.
Este é o quinto ano que o Coro em Canto e a Orquestra Sivuca de Campina Grande realizam em parceria este Concerto. Esta semana ele foi apresentado na Igreja de N. Srª do Rosário, na Prata e na Catedral de N. Srª da Conceição, no centro aqui em Campina Grande, ambas acompanhadas da celebração da missa ao som da Missa Dilligite, de Camargo Guarnieri. Porém é a primeira vez que esta apresentação será realizada fora de uma igreja. Os organizadores esperam levar arte e cultura aos moradores do bairro do Mutirão.
A Orquestra Sivuca tem em sua essência a fusão do clássico com o popular, em especial a música nordestina, porém para esta apresentação será essencialmente clássica. Ela é um projeto patrocinado pelo programa BNB de Cultura em parceria com o Governo Federal e conta com o apoio da FURNE e da ASPLAN. O Coro em Canto foi fundado na década de oitenta e é vinculado à Unidade Acadêmica de Arte Mídia, da UFCG. O grupo já esteve em diversas cidades da Paraíba e do Brasil. Atualmente está sob a regência do maestro Vladimir Silva.
O Concerto de Natal acontece com o apoio da FIEP e Gráfica ArtExpress.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Companhia Paraibana apresenta “O Romance do Conquistador”
A Cia. Paraibana de Comédia apresenta nos dias 04 e 05 de dezembro o espetáculo “O Romance do Conquistador” a partir das 20h no Teatro do Garden Hotel. A entrada custa R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
Com texto de Lourdes Ramalho e direção de Edílson Alves, “O Romance do Conquistador” narra histórias de aventura e amor, mistério e humor, cujos heróis, donzelas e vilões passaram pelas peripécias e trapaças de um Dom Juan nordestino, chamado João.
É com essa história de cordéis, com esses personagens do universo popular do imaginário de Lourdes Ramalho, que a Companhia Paraibana de Comédia vai enveredar-se numa nova linguagem teatral, até o momento nunca feita pelo grupo. Durante 13 anos de existência, a Cia. conseguiu se firmar como um dos grupos mais atuantes do estado da Paraíba.
O SESC Centro Campina Grande dispõe de cinqüenta ingressos promocionais, que podem ser adquiridos no Setor de Cultura da instituição ao preço de R$ 5.00, sendo destinados exclusivamente a comerciários, dependentes e artistas.
Maiores informações podem ser obtidas no Garden Hotel, ou pelos telefones 8831-6521; 8807-5302; 9109-2928.
Com texto de Lourdes Ramalho e direção de Edílson Alves, “O Romance do Conquistador” narra histórias de aventura e amor, mistério e humor, cujos heróis, donzelas e vilões passaram pelas peripécias e trapaças de um Dom Juan nordestino, chamado João.
É com essa história de cordéis, com esses personagens do universo popular do imaginário de Lourdes Ramalho, que a Companhia Paraibana de Comédia vai enveredar-se numa nova linguagem teatral, até o momento nunca feita pelo grupo. Durante 13 anos de existência, a Cia. conseguiu se firmar como um dos grupos mais atuantes do estado da Paraíba.
O SESC Centro Campina Grande dispõe de cinqüenta ingressos promocionais, que podem ser adquiridos no Setor de Cultura da instituição ao preço de R$ 5.00, sendo destinados exclusivamente a comerciários, dependentes e artistas.
Maiores informações podem ser obtidas no Garden Hotel, ou pelos telefones 8831-6521; 8807-5302; 9109-2928.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Municipal completa 46 anos

Considerado o santuário da cultura campinense, o Teatro Severino Cabral sempre recebeu grandes produções artísticas
Ele já foi palco de muitos espetáculos. Sempre que suas cortinas se abriram o público estava certo que iria assistir uma apresentação magistral. Shows musicais, espetáculos de dança e peças teatrais fazem parte da vida no Teatro Municipal Severino Cabral, que completa 46 anos hoje. Sob as suas luzes, artistas nacionais, renomadas companhias de danças, bairalinos e cantores se apresentaram e receberam os aplausos do público. Batizado pela ativista cultural Eneida Agra Macarajá como o santuário da cultura de Campina Grande, o espaço completa aniversário quatro dias após o prefeito Veneziano Vital do Rêgo assinar a ordem de serviço para o início das reformas da casa de espetáculo.
Uma data tão marcante não poderia passar em branco. Mesmo o teatro estando com as portas fechadas, uma vasta programação será realizada hoje. Segundo Alana Fernandes, diretora do Municipal, a programação festiva começa às 10h, com a apresentação da Companhia Bodobitá Playback Theather, no mini-teatro Paulo Pontes. A companhia vai encenar a peça Momentos marcantes, que utiliza o teatro do improviso e acontece de acordo com histórias contadas pela plateia.
Às 19h, num palco armado na parte externa do Severino Cabral, acontece a apresentação do Balé do Teatro Municipal, com fragmentos do espetáculo Estações. Às 20h, será encenada a peça Fogo fátuo, da dramaturga Lourdes Ramalho, com direção de Chico Oliveira e produção do Teatro Severino Cabral.
O Teatro Municipal Severino Cabral foi construído pelo prefeito Severino Bezerra Cabral e inaugurado no dia 30 de novembro de 1963. O primeiro artista a pisar no palco do teatro foi o ator José de Vasconcelos, um dos maiores humoristas da história da televisão brasileira. Ao longo de mais de quatro décadas, inúmeros artistas se apresentaram no Municipal, a exemplo de Chico Anísio, Fernanda Montenegro, Regina Duarte, Elba Ramalho, Ana Botafogo e Carlinhos de Jesus.
Considerado um teatro moderno para os padrões da época, o teatro nasceu majestoso, com mais de600 lugares, dez camarins, palco de 12 metros por 18 metros de profundidade. Com uma arquitetura inspirada no formato de um apito, o Municipal foi idealizado pelo arquiteto Geraldino Pereira Duda. Ao longo de 46 anos, o local se tornou um verdadeiro centro aglutinador da produção artística campinense e paraibana. Localizado no coração da cidade, em plena Avenida Floriano Peixoto, o prédio impõe-se pela beleza de suas linhas modernas e pelo marco urbano que representa.
Fonte: Diário da Borborema
CORO EM CANTO E ORQUESTRA SIVUCA: CONCERTO PARA O ADVENTO
Neste mês de dezembro a Orquestra Sivuca de Campina Grande e o Coro em Canto realizam o Concerto para o Advento. Serão duas apresentações seguidas de missas solenes realizadas nos dias 02 e 04 de dezembro, em Campina Grande, nas Igrejas do Rosário e na Catedral, respectivamente.
Na quarta-feira (2), às 20h, a apresentação na Igreja do Rosário será seguida de uma missa solene celebrada em Latim por Pe. Assis e Pe. Lourildo Soares. Já na sexta-feira (4), às 19h, teremos o concerto e a missa que será celebrada pelo Bispo Diocesano D. Jaime Vieira Rocha e Pe. Márcio Henrique.
Na quarta-feira (2), às 20h, a apresentação na Igreja do Rosário será seguida de uma missa solene celebrada em Latim por Pe. Assis e Pe. Lourildo Soares. Já na sexta-feira (4), às 19h, teremos o concerto e a missa que será celebrada pelo Bispo Diocesano D. Jaime Vieira Rocha e Pe. Márcio Henrique.
sábado, 28 de novembro de 2009
Concurso de roteiros para vídeo da Para’iwa tem inscrições prorrogadas
Foram prorrogadas até a próxima quarta-feira as inscrições para o concurso de roteiros “Histórias de Mestre”, promovido pelo Para’iwa Multivisual.net, Ponto de Cultura do Ministério da Cultura (MinC) em João Pessoa. O concurso irá selecionar de cinco a dez roteiros para vídeos de até um minuto sobre figuras populares que atuem como “mestre do conhecimento”.
Segundo Durval Leal, coordenador de projetos do Para´iwa, os mestres do conhecimento seriam personagens da cultura popular cujo cotidiano inspirasse conceitos de maestria e saber. “Pode ser um professor, um músico, um cozinheiro ou um pescador: queremos valorizar exemplos de vida”, afirma Leal.
O prêmio para os roteiros selecionados será a realização do vídeo, como parte de um projeto que comemora os 15 anos de atuação do Para’iwa , que em sua trajetória já produziu 20 curtas, um longa-metragem e capacitou mais de 240 jovens em inclusão digital e produção audiovisual.
As propostas podem ser ficcionais ou documentais. De acordo com informações da comissão julgadora, devido a condições logísticas, serão privilegiados roteiros da Grande João Pessoa.
As inscrições podem ser feitas sem custos através do portal www.paraiwa.org.br e mais informações poderão ser obtidas através do telefone (83) 3225 4772 ou pelo e-mail paraiwa@gmail.com. O concurso de roteiros “Histórias de Mestre” é derivado de um prêmio conferido pelo MinC para os Pontos de Cultura brasileiros, o Prêmio Areté. Da Paraíba, apenas dois pontos levaram o prêmio, o Para’iwa Multivisual e o Centro Cultural Piollin.
Fonte: Jornal da Paraíba
Segundo Durval Leal, coordenador de projetos do Para´iwa, os mestres do conhecimento seriam personagens da cultura popular cujo cotidiano inspirasse conceitos de maestria e saber. “Pode ser um professor, um músico, um cozinheiro ou um pescador: queremos valorizar exemplos de vida”, afirma Leal.
O prêmio para os roteiros selecionados será a realização do vídeo, como parte de um projeto que comemora os 15 anos de atuação do Para’iwa , que em sua trajetória já produziu 20 curtas, um longa-metragem e capacitou mais de 240 jovens em inclusão digital e produção audiovisual.
As propostas podem ser ficcionais ou documentais. De acordo com informações da comissão julgadora, devido a condições logísticas, serão privilegiados roteiros da Grande João Pessoa.
As inscrições podem ser feitas sem custos através do portal www.paraiwa.org.br e mais informações poderão ser obtidas através do telefone (83) 3225 4772 ou pelo e-mail paraiwa@gmail.com. O concurso de roteiros “Histórias de Mestre” é derivado de um prêmio conferido pelo MinC para os Pontos de Cultura brasileiros, o Prêmio Areté. Da Paraíba, apenas dois pontos levaram o prêmio, o Para’iwa Multivisual e o Centro Cultural Piollin.
Fonte: Jornal da Paraíba
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Exposição retrata Campina Grande através da arte
Está aberta desde segunda-feira, 23, no hall de entrada do SESC Centro, a exposição A Cor do Ponto, de vários artistas que vivem em Campina. Estão expostas dez obras que retratam pontos da cidade de Campina Grande de uma forma diferenciada.
A Cor do Ponto surgiu com objetivo de despertar uma visão diferente da cidade, retratando-a a partir de obras de arte que remetam a pontos turísticos, que enfatizam a cor e a forma presentes no cotidiano das pessoas, instigando-as a desenvolver um novo olhar sobre seu dia-a-dia, expondo arte que se transforma em objetos funcionais e objetos funcionais que se transformam em arte. Para isso, dez artistas que vivem a realidade de Campina foram escolhidos com o desafio de empregar seu estilo e suas técnicas em um dos vários pontos turísticos do município.
O Projeto A Cor do Ponto é resultado da disciplina Projeto Multimídia realizada na conclusão do curso de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Apresenta como direção geral a comunicóloga e futura diretora em Arte e Mídia, Cristianne Melo, sob a orientação do Mestre Paulo Matias.
A exposição está fazendo parte do projeto SESC Expõe. As obras ficam expostas no SESC Centro até o próximo dia 05 de dezembro, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 8811-7962.
A Cor do Ponto surgiu com objetivo de despertar uma visão diferente da cidade, retratando-a a partir de obras de arte que remetam a pontos turísticos, que enfatizam a cor e a forma presentes no cotidiano das pessoas, instigando-as a desenvolver um novo olhar sobre seu dia-a-dia, expondo arte que se transforma em objetos funcionais e objetos funcionais que se transformam em arte. Para isso, dez artistas que vivem a realidade de Campina foram escolhidos com o desafio de empregar seu estilo e suas técnicas em um dos vários pontos turísticos do município.
O Projeto A Cor do Ponto é resultado da disciplina Projeto Multimídia realizada na conclusão do curso de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Apresenta como direção geral a comunicóloga e futura diretora em Arte e Mídia, Cristianne Melo, sob a orientação do Mestre Paulo Matias.
A exposição está fazendo parte do projeto SESC Expõe. As obras ficam expostas no SESC Centro até o próximo dia 05 de dezembro, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 8811-7962.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
NÚCLEO DE LEITURAS DRAMATICAS DA UFCG APRESENTA HOJE O CIRCULO DE GIZ CAUCASIANO, NO SESC CENTRO.

O Núcleo de Leituras Dramáticas, da UFCG, coordenado pela professora Eliane Lisbôa, do Curso de Arte e Mídia, realiza sua primeira apresentação, nesta quarta-feira,25,às 19h dentro do Festival Atos de Teatro, no SESC Centro, a leitura da peça O Círculo de Giz Caucasiano, do dramaturgo alemão, Bertolt Brecht.
A Leitura do texto insere-se no corpo de uma série de homenagens que estão sendo prestadas a Brecht por diferentes grupos: o projeto Hora da Poesia deste mês apresentou alguns de seus poemas, que estão sendo reapresentados nos intervalos das peças dentro do Festival Atos. E entre as ações do Projeto Interações Estéticas, apoiado pela Funarte, uma parceria entre o CUCA, de Campina Grande, e a diretora de teatro Eliane Lisbôa, duas palestras estão sendo realizadas também sobre a vida e obra de Brecht.
Eliane Lisbôa apresenta um estudo comparativo entre o pensamento e a prática de Brecht e Augusto Boal, e nesta quinta-feira, o diretor de teatro Márcio Marciano, do Grupo Alfenins, de João Pessoa, ministra palestra sobre Brecht e a Contemporaneidade. A atividade, que faz também parte da programação do Festival Atos, constitui-se no lançamento oficial do Projeto Interações Estéticas do CUCA/Funarte, que prevê a participação de Eliane Lisbôa junto ao CUCA, ministrando curso de teatro que deverá resultar na montagem de algumas cenas teatrais a serem apresentadas no início de 2010.
O circulo de giz caucasiano
Uma obra-prima do teatro moderno: assim o poeta e tradutor Manuel Bandeira definiu O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO, de Bertolt Brecht (1898-1956), ao verter para o português um dos mais consagrados textos do dramaturgo alemão.
Escrita por Bertolt Brecht entre 1944 e 1945, durante o exílio nos Estados Unidos, O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO (Der Kaukasische Kreidekreis) é uma peça de narrativas concêntricas com um prólogo em que um grupo de camponeses se reúne para discutir o direito à propriedade. O espetáculo é uma encenação em tom de fábula sobre Grushe, uma empregada da corte que toma conta de uma criança abandonada pela mãe durante uma revolução palaciana e a conduz por regiões variadas, além da farsa do beberrão juiz Azdak, um dos personagens mais emblemáticas da dramaturgia de Brecht.
Embora a peça, na montagem original de Brecht, prevesse um elenco de 50 atores, são onze os participantes desta primeira Leitura do Núcleo, na sua maioria estudantes e professores da UFCG, como segue:
Altiéres Estevam da Silva
Darllan Neves
Dianne Ferreira da Silva
Eliane Lisbôa
Joaquim Andrade da Silva
Julliane Pereira
Paulo Philippe Cândido da Silva
Paulo Felix dos Santos
Patrícia Ribeiro
Ramon Zeferino
Washington Silva de Farias
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