Descobrir ou redescobrir a cinematografia francesa. É isso o que propõe a Mostra do Cinema Francês Contemporâneo, que chega ao SESC Campina Grande essa semana, por meio do projeto Ano da França no Brasil. A partir de quinta-feira (05) até o dia 13 de novembro, com exceção do domingo, o público campinense poderá conferir produções francesas premiadas, sempre no horário das 19h.
A Sala de Vídeo do SESC Centro será um dos 265 locais de difusão audiovisual do SESC Nacional, que foram contemplados com oito filmes, com uma seleção feita pela Cahiers dú Cinema, uma revista francesa sobre crítica do cinema. Esta Mostra traz um resumo do que é hoje o cinema na França, caracterizado pela diversificação, abertura e talento, à imagem de seus idealizadores atuais.
A primeira exibição será com o filme A Esquiva (L’esquive), uma comédia dramática produzida em 2003, com a direção de Abdellatif Kechiche. A história se passa em um conjunto habitacional no subúrbio parisiense, onde um anjo passa declamando apaixonadamente versos da peça "Le jeu de l'amour et du hasard", de Marivaux.
Esse anjo é Lydia, ensaiando o espetáculo montado por sua turma de sala de aula para as festividades da escola. Krimo, no auge de seus 15 anos, se apaixona por ela e corrompe seu amigo Rachid, parceiro de cena com Lydia, para obter o papel de Arlequim. O filme é recomendado para maiores de 16 anos.
A Mostra faz parte do Projeto Ano da França no Brasil. A realização é do SESC Paraíba em parceria com Departamento Nacional do SESC, República Francesa, Ministério da Cultura e a curadoria de Cahiers dú Cinema.
Confira a programação completa:
05/11 (quinta) – A Esquiva (L’esquive), de Abdellatif Kechiche (2003);
06/11 (sexta) – Até Já (A tout de suíte), de Benoit Jacquot (2004);
07/11 (sábado) – Assassinas (Meurtrières), de Patrick Grandperret (2006);
09/11 (segunda) – De volta a Normandia (Retour en Normandie), de Nicolas Philibert (2007);
10/11 (terça) – O último dos loucos (Le Dernier des Fous), de Laurent Achard (2006);
11/11 (quarta) – Povoado Number One (Bled Number One), de Rabah Ameur-Zaimèche (2006);
12/11 (quinta) – A França (La France), de Serze Bozon (2007);
13/11 (sexta) – Tudo Perdoado (Tout est pardonné), de Mia Hansen-Løve (2007).
Assessoria de Comunicação
Pesquisas comCUCA
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Sucesso da IIa. Conferência Municipal de Cultura é unanimidade
A IIa. Conferência Municipal de Cultura de Campina Grande, apesar de pouca ou nenhuma divulgação oficial dada ao evento, acabou se constituindo num momento de grande importância, em função da participação dos artistas, que conseguiram se articular e por conta própria dar uma maior visibilidade ao mesmo.
Um total de 120 credenciados com direito a voz e voto, - e com um número ainda bem maior de participantes que não puderam votar, já que as inscrições para o credenciamento se limitaram ao horário das 8h00 às 9h00 numa plena quarta-feira útil -, garantiram uma série de propostas que estão sendo encaminhadas à Prefeitura Municipal. De fato a Conferência, dada sua legitimidade a nivel inclusive federal, faz com que as propostas surgidas nas discussões e votadas na plenaria tenham que ser cumpridas pelos governantes locais, o que deve determinar importantes mudanças nos rumos da política cultural em Campina Grande.
Uma demanda comum e inconteste de todos os participantes – músicos, teatreiros, artistas plásticos, artesãos, dançarinos e quadrilheiros, entre outros - é a criação de uma Secretaria de Cultura independente das demais secretarias, portanto com orçamento próprio para desenvolvimento de projetos específicos da área. Junto com ela a criação de um verdadeiro Conselho de Cultura, configuração de um Plano de Cultura do Município e retomada em novos moldes do Fundo de Apoio à Cultura.
A necessidade de espaços próprios de trabalho para apresentações, no Centro e nos bairros, políticas de apoio à formação, distribuição e criação artística, foram ponto de pauta. Também a necessidade de repensar os modos de financiamento e apoio aos grandes eventos da cidade como o Maior São João do Mundo e o Festival de Inverno entre outros, foi abordada.
Também o imediato inicio da reforma do Teatro Municipal e a abertura de discussão sobre a recuperação dos Cines S. José e Capitólio, entre outros espaços ociosos e em abandono, disponíveis na cidade para atividades culturais estão entre as propostas elaboradas pelos artistas presentes.
Os relatores dos grupos formados para as discussões ao longo do dia comprometeram-se em reunir-se para dar uma formatação final a todas as propostas levantadas, que espera-se seja em breve divulgada de forma ampla em toda a imprensa. Aliás, outra demanda dos participantes foi a constituição de formas efetivas de divulgação de todos as atividades culturais da cidade e um maior entrelaçamento dos agentes culturais com a própria Prefeitura, através de um site especifico da cultura onde se tenha acessos a todas as informações referentes à área no município.
Finalmente, formou-se uma comissão com representantes das diversas áreas das artes e um representante da área cultural da administração municipal, para um prazo de 90 dias elaborar um projeto de Lei relativo à constituição de um Conselho de Cultura do município que deverá ser encaminhado então pelo Prefeito Municipal para aprovação junto à Câmara de Vereadores.
Esses são apenas alguns dos pontos levantados pelos participantes, que em unanimidade destacam a importância do evento, e sua vontade de continuar a discutir e a desenvolver uma ação de maior integração, através da constituição de um fórum da cultura, como forma de contribuir com o poder publico na constituição d ema efetiva política cultural democrática, abarcando todos os setores culturais de forma igualitária e também oferecendo a todos os bairros da cidade, a possibilidade de acesso às atividades e ações culturais que tem se encontrado com exclusividade no centro da Cidade.
Em continuidade à Conferência Municipal, em novembro próximo acontece a Conferência Estadual de Cultural, que será sediada também na Cidade de Campina Grande, e para a qual foram escolhidos, nesta última quarta feira, os seis nomes e os de seis suplentes, que deverão representar a comunidade local no Encontro.
Está de parabéns a comunidade dos artistas e agentes de cultura de Campina Grande, que souberam desenvolver um trabalho em harmonia e buscando o melhor para toda a cidade, está de parabéns o poder público municipal na pessoa do Sr. Alexandre Tan e toda sua equipe que de maneira democrática coordenaram o evento, criando as condições para que os participantes pudessem se manifestar livremente e definir as metas da cultura na cidade, e está de parabéns o governo federal que através de sua política Nacional de Cultura com a implantação do Sistema Nacional de Cultura tem provocado e possibilitado que uma verdadeira virada cultural aconteça em todo o país.
Por Eliane Lisboa
Um total de 120 credenciados com direito a voz e voto, - e com um número ainda bem maior de participantes que não puderam votar, já que as inscrições para o credenciamento se limitaram ao horário das 8h00 às 9h00 numa plena quarta-feira útil -, garantiram uma série de propostas que estão sendo encaminhadas à Prefeitura Municipal. De fato a Conferência, dada sua legitimidade a nivel inclusive federal, faz com que as propostas surgidas nas discussões e votadas na plenaria tenham que ser cumpridas pelos governantes locais, o que deve determinar importantes mudanças nos rumos da política cultural em Campina Grande.
Uma demanda comum e inconteste de todos os participantes – músicos, teatreiros, artistas plásticos, artesãos, dançarinos e quadrilheiros, entre outros - é a criação de uma Secretaria de Cultura independente das demais secretarias, portanto com orçamento próprio para desenvolvimento de projetos específicos da área. Junto com ela a criação de um verdadeiro Conselho de Cultura, configuração de um Plano de Cultura do Município e retomada em novos moldes do Fundo de Apoio à Cultura.
A necessidade de espaços próprios de trabalho para apresentações, no Centro e nos bairros, políticas de apoio à formação, distribuição e criação artística, foram ponto de pauta. Também a necessidade de repensar os modos de financiamento e apoio aos grandes eventos da cidade como o Maior São João do Mundo e o Festival de Inverno entre outros, foi abordada.
Também o imediato inicio da reforma do Teatro Municipal e a abertura de discussão sobre a recuperação dos Cines S. José e Capitólio, entre outros espaços ociosos e em abandono, disponíveis na cidade para atividades culturais estão entre as propostas elaboradas pelos artistas presentes.
Os relatores dos grupos formados para as discussões ao longo do dia comprometeram-se em reunir-se para dar uma formatação final a todas as propostas levantadas, que espera-se seja em breve divulgada de forma ampla em toda a imprensa. Aliás, outra demanda dos participantes foi a constituição de formas efetivas de divulgação de todos as atividades culturais da cidade e um maior entrelaçamento dos agentes culturais com a própria Prefeitura, através de um site especifico da cultura onde se tenha acessos a todas as informações referentes à área no município.
Finalmente, formou-se uma comissão com representantes das diversas áreas das artes e um representante da área cultural da administração municipal, para um prazo de 90 dias elaborar um projeto de Lei relativo à constituição de um Conselho de Cultura do município que deverá ser encaminhado então pelo Prefeito Municipal para aprovação junto à Câmara de Vereadores.
Esses são apenas alguns dos pontos levantados pelos participantes, que em unanimidade destacam a importância do evento, e sua vontade de continuar a discutir e a desenvolver uma ação de maior integração, através da constituição de um fórum da cultura, como forma de contribuir com o poder publico na constituição d ema efetiva política cultural democrática, abarcando todos os setores culturais de forma igualitária e também oferecendo a todos os bairros da cidade, a possibilidade de acesso às atividades e ações culturais que tem se encontrado com exclusividade no centro da Cidade.
Em continuidade à Conferência Municipal, em novembro próximo acontece a Conferência Estadual de Cultural, que será sediada também na Cidade de Campina Grande, e para a qual foram escolhidos, nesta última quarta feira, os seis nomes e os de seis suplentes, que deverão representar a comunidade local no Encontro.
Está de parabéns a comunidade dos artistas e agentes de cultura de Campina Grande, que souberam desenvolver um trabalho em harmonia e buscando o melhor para toda a cidade, está de parabéns o poder público municipal na pessoa do Sr. Alexandre Tan e toda sua equipe que de maneira democrática coordenaram o evento, criando as condições para que os participantes pudessem se manifestar livremente e definir as metas da cultura na cidade, e está de parabéns o governo federal que através de sua política Nacional de Cultura com a implantação do Sistema Nacional de Cultura tem provocado e possibilitado que uma verdadeira virada cultural aconteça em todo o país.
Por Eliane Lisboa
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
A hora e a Vez da Cultura
Depois das conferências de juventude e comunicação chegou a hora da Cultura, que acontecerá de 20 a 21 de outubro.
A facilitadora do MINC para a região da Paraíba, nas ações de planejamento e organização das Conferências de Cultura que devem acontecer durante este ano de 2009, Sra. Alice Monteiro, esteve neste último sábado em Campina grande, a convite de artistas e agentes de cultura da cidade. O objetivo do encontro foi orientar os agentes de cultura locais sobre a situação atual das políticas nacionais, estaduais e municipais de cultura, e preparar artistas e a comunidade em geral a participar de modo mais ativo no processo de planejamento e implantação destas políticas.
Já há vários anos vem se organizando e definindo no país uma política de Estado para a Cultura, com a implantação do Sistema Nacional de Cultura, que entre outras coisas prevê a realização de Conferências Nacionais, Estaduais e Municipais, e a implantação ou redefinição dos Conselhos de Cultura em todos os âmbitos. Na reunião deste último sábado os artistas presentes concordaram em se colocar como colaboradores para a realização da Conferência Municipal de Campina Grande, e para tanto estão encaminhando nesta data um documento à Direção de Cultura do Município, colocando-se à disposição da mesma para auxiliar no que for preciso, de modo a permitir a mais ampla divulgação e participação efetiva no evento, de toda a comunidade e do conjunto dos artistas em particular.
A integração das ações e políticas culturais do município dentro das normas previstas pelo Sistema Nacional de Cultura é uma das garantias de atendimento das demandas orçamentárias municipais pelo governo Federal. A PEC 150, recentemente aprovada pela Comissão de Educação e Cultura do Congresso e que deve ser sancionada em breve pelo Senado Federal garante um importante percentual a ser aplicado especificamente na área cultural, o que abre à sociedade como um todo e aos artistas de modo especifico a possibilidade de um apoio mais efetivo para suas aspirações.
De acordo com a nova Lei, o governo federal deverá dispor de 2% do Orçamento Geral da União para área da cultura, sendo que deste total 1% está voltado para os projetos a nível nacional, e 0,5% para os municípios. Mas só poderão receber estes valores os Municípios e Estados que tiverem implantado políticas públicas de acordo com o previsto no Sistema Nacional, como a realização das conferências municipais e estaduais de cultura, criação ou adequação dos Conselhos de Cultura, com caráter deliberativo, e a implantação de um Fundo Municipal de Cultura. Além das verbas federais e estaduais que os municípios deverão receber, o próprio município obriga-se também a dispor dentro de seu orçamento geral de um valor percentual mínimo para ser aplicado exclusivamente na cultura.
Segundo Alice Monteiro, para a composição do Conselho de Cultura, a lei estabelece uma presença no mínimo paritária de representantes da sociedade civil, entre eles os representantes da classe artística, que deverão ser escolhidos por seus pares nas áreas específicas de atuação (teatro, literatura, cinema, música, entre outras). Durante a Conferência deve ser previsto um momento em que os artistas irão se distribuir por Grupos de Trabalho para discutir as questões especificas de cada uma de suas áreas, e ao mesmo tempo eleger os seus representantes no futuro Conselho de Cultura.
Durante a Conferência Municipal deverão ser eleitos também os representantes da cidade que deverão participar da Conferência Estadual, em número correspondente a 5% do total de participantes da Conferência Municipal. Por isto mesmo é muito importante a participação de todos os interessados nas ações de preparação e durante a própria Conferência Municipal de Cultura de Campina Grande, de modo a fortalecer o pensamento democrático e a mais ampla participação de toda a sociedade nos benefícios oriundos da implantação do Sistema Nacional de Cultura na cidade, no Estado e no país.
Acredita-se que muito em breve a Direção de Cultura de Campina Grande coloque à disposição do público todas as informações relativas à organização e realização da Conferência Municipal de Cultura, que deve acontecer nos próximos dias 20 (à noite) e 21 (durante todo o dia), em local a ser definido pela Prefeitura. Todos os participantes do encontro do último sábado colocam-se à disposição dos dirigentes de cultura locais, no sentido de auxiliar no que for preciso para a sua mais ampla e democrática realização. Ações de divulgação junto à comunidade em geral e de mobilização da comunidade artística de um modo geral estão sendo implantadas para que todos possam chegar à Conferência bem informados no que respeita à legislação referente ao assunto e também às novas possibilidades que se abrem de uma participação mais efetiva de toda a sociedade nas políticas culturais em todas as instâncias da Federação.
Por Eliane Lisboa
A facilitadora do MINC para a região da Paraíba, nas ações de planejamento e organização das Conferências de Cultura que devem acontecer durante este ano de 2009, Sra. Alice Monteiro, esteve neste último sábado em Campina grande, a convite de artistas e agentes de cultura da cidade. O objetivo do encontro foi orientar os agentes de cultura locais sobre a situação atual das políticas nacionais, estaduais e municipais de cultura, e preparar artistas e a comunidade em geral a participar de modo mais ativo no processo de planejamento e implantação destas políticas.
Já há vários anos vem se organizando e definindo no país uma política de Estado para a Cultura, com a implantação do Sistema Nacional de Cultura, que entre outras coisas prevê a realização de Conferências Nacionais, Estaduais e Municipais, e a implantação ou redefinição dos Conselhos de Cultura em todos os âmbitos. Na reunião deste último sábado os artistas presentes concordaram em se colocar como colaboradores para a realização da Conferência Municipal de Campina Grande, e para tanto estão encaminhando nesta data um documento à Direção de Cultura do Município, colocando-se à disposição da mesma para auxiliar no que for preciso, de modo a permitir a mais ampla divulgação e participação efetiva no evento, de toda a comunidade e do conjunto dos artistas em particular.
A integração das ações e políticas culturais do município dentro das normas previstas pelo Sistema Nacional de Cultura é uma das garantias de atendimento das demandas orçamentárias municipais pelo governo Federal. A PEC 150, recentemente aprovada pela Comissão de Educação e Cultura do Congresso e que deve ser sancionada em breve pelo Senado Federal garante um importante percentual a ser aplicado especificamente na área cultural, o que abre à sociedade como um todo e aos artistas de modo especifico a possibilidade de um apoio mais efetivo para suas aspirações.
De acordo com a nova Lei, o governo federal deverá dispor de 2% do Orçamento Geral da União para área da cultura, sendo que deste total 1% está voltado para os projetos a nível nacional, e 0,5% para os municípios. Mas só poderão receber estes valores os Municípios e Estados que tiverem implantado políticas públicas de acordo com o previsto no Sistema Nacional, como a realização das conferências municipais e estaduais de cultura, criação ou adequação dos Conselhos de Cultura, com caráter deliberativo, e a implantação de um Fundo Municipal de Cultura. Além das verbas federais e estaduais que os municípios deverão receber, o próprio município obriga-se também a dispor dentro de seu orçamento geral de um valor percentual mínimo para ser aplicado exclusivamente na cultura.
Segundo Alice Monteiro, para a composição do Conselho de Cultura, a lei estabelece uma presença no mínimo paritária de representantes da sociedade civil, entre eles os representantes da classe artística, que deverão ser escolhidos por seus pares nas áreas específicas de atuação (teatro, literatura, cinema, música, entre outras). Durante a Conferência deve ser previsto um momento em que os artistas irão se distribuir por Grupos de Trabalho para discutir as questões especificas de cada uma de suas áreas, e ao mesmo tempo eleger os seus representantes no futuro Conselho de Cultura.
Durante a Conferência Municipal deverão ser eleitos também os representantes da cidade que deverão participar da Conferência Estadual, em número correspondente a 5% do total de participantes da Conferência Municipal. Por isto mesmo é muito importante a participação de todos os interessados nas ações de preparação e durante a própria Conferência Municipal de Cultura de Campina Grande, de modo a fortalecer o pensamento democrático e a mais ampla participação de toda a sociedade nos benefícios oriundos da implantação do Sistema Nacional de Cultura na cidade, no Estado e no país.
Acredita-se que muito em breve a Direção de Cultura de Campina Grande coloque à disposição do público todas as informações relativas à organização e realização da Conferência Municipal de Cultura, que deve acontecer nos próximos dias 20 (à noite) e 21 (durante todo o dia), em local a ser definido pela Prefeitura. Todos os participantes do encontro do último sábado colocam-se à disposição dos dirigentes de cultura locais, no sentido de auxiliar no que for preciso para a sua mais ampla e democrática realização. Ações de divulgação junto à comunidade em geral e de mobilização da comunidade artística de um modo geral estão sendo implantadas para que todos possam chegar à Conferência bem informados no que respeita à legislação referente ao assunto e também às novas possibilidades que se abrem de uma participação mais efetiva de toda a sociedade nas políticas culturais em todas as instâncias da Federação.
Por Eliane Lisboa
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Festival Palco Giratório girou na Paraíba
Apresentações de teatro, música e dança multiplicadas por 30. Tudo isso regado diariamente a muita dedicação de todos que fizeram o evento, a aplausos, curiosidade e encanto vindos da platéia que compareceu ao Cine Teatro do SESC Centro, Palácio das Artes Suellen Carolini e Praça da Bandeira.
Espetáculos de todo o país, giraram em palcos e praça. Dança, música e teatro em plena Praça da Bandeira, chegou a presentear mais de 30 mil espectadores. No teatro do SESC o Festival fez girar arte local e nacional, com público assíduo, em média 10 mil pessoas. Já no Palácio das Artes Suellen Carolini, o público infantil, de escolas municipais e estaduais, que chegou a mais de 4 mil, se deleitou com o melhor da produção teatral para crianças.
Assim pode ser resumido o I Festival Palco Giratório SESC Paraíba, que além de tudo isso recebeu o projeto “Gira França”, com o teatro moderno francês, no ano da França no Brasil. Neste mês de setembro, em Campina Grande, um público estimado em 50 mil pessoas pôde acompanhar, assim como em João Pessoa, aos mais diversos tipos de linguagens das artes cênicas além de prestigiar os projetos Sete Notas e Sonora Brasil.
A dança de diversos grupos folclóricos, cia. de ballet e dança-teatro de Campina Grande também esteve presente, na Praça da Bandeira, levando a diversidade de ritmos ao público presente em cada apresentação. Mais de 80 espetáculos se espalharam por Campina Grande e levaram a cada pessoa, que atenta assistia, dos oito aos oitenta anos de idade.
Além disso, o setor comercial e econômico também ficou bastante movimentado. “Eu sou taxista e todas as noites estava na porta do SESC, com clientela certa, vamos sentir falta” disse Antônio Ferreira. O setor hoteleiro, restaurantes e comércio em geral receberam benefícios e renda.
O SESC Paraíba agradece aos parceiros: SESC Rio Grande do Norte, Palácio das Artes Suellen Carolini, Gráfica Artexpress, Epgraf, Shamar pró-áudio estúdio de gravação e Teatro Municipal Severino Cabral. Agradecemos de forma especial a todos os meios de comunicação que nos apoiaram em tão grandioso evento cultural.
Fecham-se as cortinas em Campina Grande e João Pessoa. Nos veremos no próximo Palco Giratório.
Bom espetáculo a todos!
Espetáculos de todo o país, giraram em palcos e praça. Dança, música e teatro em plena Praça da Bandeira, chegou a presentear mais de 30 mil espectadores. No teatro do SESC o Festival fez girar arte local e nacional, com público assíduo, em média 10 mil pessoas. Já no Palácio das Artes Suellen Carolini, o público infantil, de escolas municipais e estaduais, que chegou a mais de 4 mil, se deleitou com o melhor da produção teatral para crianças.
Assim pode ser resumido o I Festival Palco Giratório SESC Paraíba, que além de tudo isso recebeu o projeto “Gira França”, com o teatro moderno francês, no ano da França no Brasil. Neste mês de setembro, em Campina Grande, um público estimado em 50 mil pessoas pôde acompanhar, assim como em João Pessoa, aos mais diversos tipos de linguagens das artes cênicas além de prestigiar os projetos Sete Notas e Sonora Brasil.
A dança de diversos grupos folclóricos, cia. de ballet e dança-teatro de Campina Grande também esteve presente, na Praça da Bandeira, levando a diversidade de ritmos ao público presente em cada apresentação. Mais de 80 espetáculos se espalharam por Campina Grande e levaram a cada pessoa, que atenta assistia, dos oito aos oitenta anos de idade.
Além disso, o setor comercial e econômico também ficou bastante movimentado. “Eu sou taxista e todas as noites estava na porta do SESC, com clientela certa, vamos sentir falta” disse Antônio Ferreira. O setor hoteleiro, restaurantes e comércio em geral receberam benefícios e renda.
O SESC Paraíba agradece aos parceiros: SESC Rio Grande do Norte, Palácio das Artes Suellen Carolini, Gráfica Artexpress, Epgraf, Shamar pró-áudio estúdio de gravação e Teatro Municipal Severino Cabral. Agradecemos de forma especial a todos os meios de comunicação que nos apoiaram em tão grandioso evento cultural.
Fecham-se as cortinas em Campina Grande e João Pessoa. Nos veremos no próximo Palco Giratório.
Bom espetáculo a todos!
sábado, 26 de setembro de 2009
Um paraibano 'arretado'

Durante oficina em Campina, artista mostrou porque se tornou um dos paraibanos mais reconhecidos nas artes
Circunspecto. Calado. Concentrado. Ministrando a Oficina "O processo criativo do ator", na última semana, em Campina Grande, o ator e diretor paraibano Luiz Carlos Vasconcelos em nada recordava o palhaço Xuxu, personagem cheio de vivacidade e esplendor com o qual iniciou sua carreira há cerca de três décadas. Estava em cena o professor sério e exigente, mas, principalmente a marca de um competente paraibano, que enfrentou vários desafios para consagrar o seu talento em todo o país e no exterior.
Ator e diretor de teatro desde sua infância, em Umbuzeiro, na Cariri paraibano. Luiz Carlos Vasconcelos é formado em Letras, estudou artes cênicas na Dinamarca e depois incorporou-se ao grupo teatral Intrépida Trupe. Na Escola Nacional de Circo do Rio de Janeiro, Carlos aperfeiçoou técnicas circenses de equilíbrio e monociclo, entre outras, assim como seu conhecimento musical, inicialmente com o violino e depois com o fole alemão de oito baixos.
O palhaço Xuxu, "um palhaço cidadão", como o definiu seu criador, pelo personagem viver entre as comunidades carentes, existe desde 1978. No mesmo ano, junto com outros artistas, fundou em João Pessoa a Escola Piolim, nome dado em homenagem a um velho palhaço paraibano. O complexo, além de ser sede de seu grupo teatral, desenvolve um trabalho de educação popular.
Embora tenha vivido durante muitos anos através de suas apresentações como Xuxu, especialmente em festas de aniversário infantis, Vasconcelos dedicou-se também a outras áreas do teatro, ao cinema e à televisão. O artista estreou no cinema com Baile perfumado (1997), fazendo o cangaceiro Lampião. A produção, de baixo orçamento mesmo para os padrões brasileiros, fez sucesso em festivais e os cineastas dos grandes centros tiveram sua atenção atraída para Vasconcelos. Atuou ainda, entre outros, em O primeiro dia (1998), Eu tu eles (2001) e Abril despedaçado (2001).
O filme Carandiru (2003), dirigido por Hector Babenco, onde interpretou o protagonista, o médico Dráuzio Varella, alavancou o talento de Vasconcelos para todos os pontos do Brasil. "Mais de quatro milhões de pessoas assistiram ao filme. Foi um papel muito importante em minha carreira", reconheceu.
Contudo, o ator não acredita ser imprescindível sair de seu local de origem e frequentar o eixo Sudeste do Brasil, para alcançar destaque na profissão. "Creio que quando você é bom, o êxito vem naturalmente. Surgem convites e possibilidades ao fazer um bom trabalho. Também é preciso gostar do que se faz, para alcançar resultados positivos", explicou. Para aqueles que desejam ingressar na profissão, não há segredo para se dar bem, conforme revelou Luiz. "Dedicação é o mais importante. Estudar, explorar suas potencialidades. Descobrir aquilo que você faz melhor", disse.
Oficina
Luiz Carlos Vasconcelos veio a Campina Grande para participar do Festival Palco Giratório, promovido pelo Sesc Nacional e arrebanhou ao palco do Teatro Municipal Severino Cabral nada menos que 30 atores locais, para participarem da oficina"O processo criativo do ator". Ávidos pelas orientações da estrela de Vau da sarapalha - texto de Guimarães Rosa, que montou pela primeira vez em 1992 - os que se fizeram presentes à oficina faziam um silêncio quase constrangedor no teatro. Ouvia-se aqui e ali a dicção perfeita de Luiz, fazendo apontamentos e sugerindo algo.
Ele explicou que um dos objetivos centrais da oficina foi, a partir do trabalho dos atores, elaborar a cena e sua atmosfera, construindo uma dramaturgia capaz de instaurar um contexto poético. "É preciso que o ator busque em seu interior tudo aquilo que deseja colocar no espetáculo. A partir disso, é necessário instrumentalizá-lo para que comece o processo de expressão", contou.
Fonte: Diário da Borborema
‘Rumos Itaú’ inscreve para workshop

Estão abertas as inscrições para o workshop ‘Entre Percursos e Circuitos - Manobras da Arte’, que será realizado em João Pessoa entre os dias 6 e 9 de outubro.
A promoção é do Itaú Cultural, em parceria com a Usina Cultural Energisa. O evento faz parte da 4ª edição do programa ‘Rumos Artes Visuais’. A coordenação do evento é da mineira Janaína Mello, assistente curatorial do ‘Rumos Itaú Cultural Artes Visuais’.
Sempre no horário das 14h às 18h e com um máximo de 25 participantes, o workshop é dirigido a profissionais das artes visuais - pesquisadores, professores, estudantes, artistas e galeristas, entre outros -, e coloca em debate os caminhos da arte contemporânea.
Inscrições podem ser feitas pelo telefone 83-3221.6343 ou pelo email: (usina@energisa.com.br).
Fonte: Jornal da Paraíba
Areia espera 80 mil pessoas na 1ª edição do ‘Areia Fest’, que acontece hoje e amanhã

Caravanas de vários Estados devem participar do I Areia Fest – Festival Brasileiro da Cachaça e Rapadura. Cerca de 80 mil pessoas são esperadas neste sábado e domingo, segundo o Secretário de Turismo da cidade, Ney Vital. Entre as atrações mais esperadas está o show de Geraldo Azevedo, hoje.
Também neste sábado se apresentam, a partir das 14h, na Praça Central Brilho da Paixão e Forró da Galega, e à noite, às 21h haverá show da Banda Voo Livre e Gilliard. Amanhã se apresentam, a partir do meio-dia, Zezo, NaLLevada e Forró VIP e, às 21h, Cinzeiro de Motel, Capim Cubano e Luara.
Paralela a programação festiva, a prefeitura programou o ‘Roteiro Civilização do Açúcar – Caminhos dos Engenhos’, que oferece uma visita ao Museu da Rapadura, localizado no Centro de Ciências Agrárias, passeios por trilhas ecológicas na Mata do Pau Ferro, uma das últimas remanescentes da mata atlântica, degustação e visitas aos vários engenhos produtores de cachaça e da rapadura da região.
Para os turistas que ficarão na cidade, a Secretaria de Turismo preparou o “Tour Cultural”, um passeio por todo o centro histórico tombado da cidade de Areia – primeira da Paraíba reconhecida como Patrimônio Histórico da Cultura Nacional -, que inclui visitas aos museus e à casa onde nasceu o pintor Pedro Américo.
Ney Vital informou, ainda, que os visitantes vão degustar a melhor cachaça, que devido a sua qualidade é exportada até para o exterior (Triunfo para Itália, Serra de Areia para os Estados Unidos e Turmalina da Serra para Portugal).
“É o reconhecimento de que a Paraíba tem cachaça de qualidade para se destacar em qualquer lugar. Areia está hoje no seu melhor momento cultural e artístico”.
O I Areia Fest está sendo transmitido em tempo real no endereço eletrônico: (www.areia.pb.gov.br).
Fonte: Jornal da Paraíba
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Cabruêra grava novo álbum em Recife

No estúdio Fábrica, no bairro da Várzea, em Recife, dez pessoas, entre técnicos e músicos, trabalham na gravação do mais novo disco da banda Cabruêra, Visagem. Serão 12 músicas inéditas. A previsão é de que o CD, que tem patrocínio da Petrobras, esteja à disposição dos fãs e do público até o final do ano. Algumas músicas já foram testadas em show.
“Vamos fazer um show no próximo dia 25, em Campina Grande, e no dia 26, em João Pessoa, e já iremos mostrar mais canções”, adianta Arthur Pessoa, líder e único integrante da primeira formação do grupo, que já conta com dez anos de estrada. Quem gostou do som pesado que vem se consolidando desde a última formação, que além de Artur Pessoa reúne Pablo Ramirez, Léo Marinho e Edy Gonzaga, vai ter um tempero a mais neste som, pelo fato de que a produção do disco vem assinada por João Parahyba, percussionista do Trio Mocotó.
“Há algumas apropriações de músicas de domínio público, que foram redimensionadas. Além do fato de que 50% do trabalho é com música instrumental”, explica Arthur. Em Visagem, a Cabruêra aproveitará um tema utilizado na trilha do filme Utopia e Barbárie, feita pelos paraibanos para o longa dirigido pelo cineasta Sílvio Tendler.
O disco será disponibilizado gratuitamente para download no site Overmundo, do sociólogo Hermano Vianna. “Isso já estava no projeto original (aprovado pela Petrobras)”, conta Arthur. Por enquanto, não há nada disponível na internet, nem na página da banda, nem no My Space.
O título do CD é o mesmo de uma mostra de fotografias realizada por Augusto Pessoa, irmão de Arthur Pessoa. “Tem uma ligação muito direta com a imagem, desde as capas dos discos. Nosso som tem isso mesmo, essa pegada imagética”. O disco ainda não está completamente fechado e a Cabruêra cogita a participação de alguns convidados.
“Temos algumas faixas em que haverá a presença de metais, da mesma forma como fizemos em Sons da Paraíba. Ainda não fechamos os convites, estamos negociando com alguns músicos”, revelou Arthur. A Cabruêra fará ainda, pelo projeto com a Petrobras, um seminário cuja programação terá palestras sobre música independente.
Coletânea reúne paraibanos para exportação
Enquanto trabalha com o disco, Arthur Pessoa também comemora outro projeto com a música paraibana. Trata-se de Brazil More Than Samba: Sounds From Paraíba (‘Brasil Mais que Samba: Sons da Paraíba’), disco com produção do vocalista da Cabruêra que reúne músicas de 20 artistas paraibanos, como Totonho, Jaguaribe Carne, Chico Correa e Eletronic Band, Escurinho, Cabruêra, Biliu de Campina e outros. O projeto é patrocinado pelo Fundo de Incentivo à Cultura (FIC), do Governo do Estado da Paraíba, com o apoio do Sebrae.
A proposta, explica Arthur, é de divulgar a música paraibana nas principais feiras de música do mundo, possibilitando oportunidades de negócios entre os artistas locais e os profissionais do universo musical do exterior, como produtores de festivais, publicações e gravadoras. “Dessa maneira, o disco Brazil More Than Samba se transformará numa plataforma inédita para exportação e circulação da música paraibana”, avalia.
O projeto compreende também a produção de material de divulgação, como adesivos, cards e cartazes. O CD, que vem acompanhado de um release em inglês, disponibiliza fotos e os contatos de todos os artistas.
Fonte: Jornal da Paraíba
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
I Festival Nacional de Teatro – Pontos de Cultura

O Pontão de Cultura “Cultura Viva ao Alcance de Todos” e o Grupo ESCALET de Teatro abrem inscrições, até dia 30 de setembro, para o I Festival Nacional de Teatro – Pontos de Cultura, em Floriano, no Piauí. Os grupos de teatro dos Pontos de Cultura de todo o Brasil poderão participar do evento. Serão selecionados 30 espetáculos no total.
O Festival tem o objetivo de formar a Rede Nacional de Pontos de Cultura que atuam nas artes cênicas. A iniciativa é mais um passo do Pontão para a consolidação de sua missão: ser um agente de incentivo e de difusão cultural. Durante a realização do evento, de 27 a 31 de outubro de 2009, o público terá a oportunidade de assistir espetáculos de teatro de todo o Brasil, participar de oficinas e palestras.
O evento tem o apoio do Governo Federal, Ministério da Cultura, Secretaria da Cidadania Cultural, Governo do Estado do Piauí, Fundação de Cultura do Piauí - FUNDAC e Instituto de Pesquisa Projetos Sociais e Tecnológicos - IPSO.
Os interessados em se inscrever devem acessar o site www.escalet.com.br e baixar o regulamento e a ficha de inscrição. Para mais informações, entrar em contato através do e-mail grupoescalet@yahoo.com.br ou nos telefones (89) 3522-0804 e 9978-6996.
Programação de Dança do Palco Giratório começa nesta quinta-feira

Começam nesta quinta-feira (10), as apresentações de dança do Festival Palco Giratório SESC Paraíba. Os grupos se apresentarão a partir das 17h na Praça da Bandeira, centro de Campina.
No total serão 13 grupos paraibanos representando os mais diversos ritmos existentes no Brasil. As performances contemplam desde Ballet clássico até uma das mais antigas expressões artísticas brasileira: a capoeira. Além disso, acontecerão apresentações de dança do ventre, Hip Hop, danças populares e contemporâneas.
A programação de Dança do festival será aberta pelos os grupos Companhia Caravana, Stúdio de Dança Fernanda Barreto, Companhia de Projeções Folclóricas Raízes, Companhia de Dança Popular Caísca, Palácio das Artes Suellen Carolini, Grupo de Dança Caetés, Guerreiros do Ritmo e Companhia Folclórica Oríginis. As apresentações prosseguem até o próximo dia 12 de setembro.
O Festival Palco Giratório SESC Paraíba é uma realização do Departamento Nacional do SESC e do SESC Paraíba. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3341-5800 ou pelo endereço eletrônico www.sescculturalblogspot.com
Dois espetáculos movimentam o Palco Giratório
Após uma semana de dança, teatro e música, o Festival Palco Giratório SESC Paraíba, apresenta nessa quarta-feira (09/09), às 17h, o espetáculo “Hysteria”, do Grupo XIX de Teatro. Logo em seguida, às 20h, é a vez de “Nada, Nenhum e Ninguém”, da Trupe Arlequin de Circo e Teatro e do Grupo Experimental Cena Aberta (GECA), apresentar sua performance no Cine teatro SESC Centro. É importante salientar que o espetáculo “Hysteria” ainda não tem local de apresentação definido.
O primeiro espetáculo do dia, “Hysteria”, de São Paulo, se passa no final do século XIX, nas dependências de um hospício feminino carioca, onde cinco personagens internadas como histéricas revelam seus desvios e contradições – reflexos diretos de uma sociedade em transição em que os valores burgueses buscavam adequar a mulher a um novo pacto social. No espetáculo, as plateias masculina e feminina são separadas, e as mulheres convidadas a interagir com as atrizes, fazendo de cada apresentação uma experiência dramatúrgica única. O fato de abdicar do palco e dos recursos de sonoplastia e iluminação também chama a atenção.
O espetáculo que encerra a programação do dia, “Nada, Nenhum e Ninguém”, da Paraíba, mostra as possibilidades de um teatro de celebração, onde se unem para uma viagem irreal os atores e os espectadores, pelo memorial do fabuloso universo da nossa cultura. Sendo personagens dessa história quatro mambembes (Baobá, Tebas, Filó e Zuriel), que há mais de quatrocentos anos vivem situações de conflitos, colocando em evidencia seus medos, sonhos, inseguranças, e as memórias do humano. Essa peça é fruto de um trabalho em equipe envolvendo a Trupe Arlequin de Circo e Teatro e o GECA (Grupo Experimental Cena Aberta).
Os ingressos para as apresentações custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (estudante, comerciário e dependente com carteira do SESC) e é gratuito para crianças de até 10 anos, portadores de necessidades especiais e idosos acima de 65 anos. Mais informações pelo telefone 3341-5800, pelo blog www.sesccultural.blogspot.com, ou ainda, no Setor de Cultura do SESC Centro Campina Grande, localizado à Rua Giló Guedes, 650, Santo Antônio.
O primeiro espetáculo do dia, “Hysteria”, de São Paulo, se passa no final do século XIX, nas dependências de um hospício feminino carioca, onde cinco personagens internadas como histéricas revelam seus desvios e contradições – reflexos diretos de uma sociedade em transição em que os valores burgueses buscavam adequar a mulher a um novo pacto social. No espetáculo, as plateias masculina e feminina são separadas, e as mulheres convidadas a interagir com as atrizes, fazendo de cada apresentação uma experiência dramatúrgica única. O fato de abdicar do palco e dos recursos de sonoplastia e iluminação também chama a atenção.
O espetáculo que encerra a programação do dia, “Nada, Nenhum e Ninguém”, da Paraíba, mostra as possibilidades de um teatro de celebração, onde se unem para uma viagem irreal os atores e os espectadores, pelo memorial do fabuloso universo da nossa cultura. Sendo personagens dessa história quatro mambembes (Baobá, Tebas, Filó e Zuriel), que há mais de quatrocentos anos vivem situações de conflitos, colocando em evidencia seus medos, sonhos, inseguranças, e as memórias do humano. Essa peça é fruto de um trabalho em equipe envolvendo a Trupe Arlequin de Circo e Teatro e o GECA (Grupo Experimental Cena Aberta).
Os ingressos para as apresentações custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (estudante, comerciário e dependente com carteira do SESC) e é gratuito para crianças de até 10 anos, portadores de necessidades especiais e idosos acima de 65 anos. Mais informações pelo telefone 3341-5800, pelo blog www.sesccultural.blogspot.com, ou ainda, no Setor de Cultura do SESC Centro Campina Grande, localizado à Rua Giló Guedes, 650, Santo Antônio.
sábado, 5 de setembro de 2009
Video do Arraial Vila Nova
Um Viva a Cultura Popular!
Confira imagens do Arraial Vila Nova, evento realizado pelo CUCA-CG dentro do projeto Roda Rede, que aconteceu no mês de junho no Departamento de Comunicação Social da UEPB.
Confira imagens do Arraial Vila Nova, evento realizado pelo CUCA-CG dentro do projeto Roda Rede, que aconteceu no mês de junho no Departamento de Comunicação Social da UEPB.
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