Foram prorrogadas até a próxima quarta-feira as inscrições para o concurso de roteiros “Histórias de Mestre”, promovido pelo Para’iwa Multivisual.net, Ponto de Cultura do Ministério da Cultura (MinC) em João Pessoa. O concurso irá selecionar de cinco a dez roteiros para vídeos de até um minuto sobre figuras populares que atuem como “mestre do conhecimento”.
Segundo Durval Leal, coordenador de projetos do Para´iwa, os mestres do conhecimento seriam personagens da cultura popular cujo cotidiano inspirasse conceitos de maestria e saber. “Pode ser um professor, um músico, um cozinheiro ou um pescador: queremos valorizar exemplos de vida”, afirma Leal.
O prêmio para os roteiros selecionados será a realização do vídeo, como parte de um projeto que comemora os 15 anos de atuação do Para’iwa , que em sua trajetória já produziu 20 curtas, um longa-metragem e capacitou mais de 240 jovens em inclusão digital e produção audiovisual.
As propostas podem ser ficcionais ou documentais. De acordo com informações da comissão julgadora, devido a condições logísticas, serão privilegiados roteiros da Grande João Pessoa.
As inscrições podem ser feitas sem custos através do portal www.paraiwa.org.br e mais informações poderão ser obtidas através do telefone (83) 3225 4772 ou pelo e-mail paraiwa@gmail.com. O concurso de roteiros “Histórias de Mestre” é derivado de um prêmio conferido pelo MinC para os Pontos de Cultura brasileiros, o Prêmio Areté. Da Paraíba, apenas dois pontos levaram o prêmio, o Para’iwa Multivisual e o Centro Cultural Piollin.
Fonte: Jornal da Paraíba
Pesquisas comCUCA
sábado, 28 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Exposição retrata Campina Grande através da arte
Está aberta desde segunda-feira, 23, no hall de entrada do SESC Centro, a exposição A Cor do Ponto, de vários artistas que vivem em Campina. Estão expostas dez obras que retratam pontos da cidade de Campina Grande de uma forma diferenciada.
A Cor do Ponto surgiu com objetivo de despertar uma visão diferente da cidade, retratando-a a partir de obras de arte que remetam a pontos turísticos, que enfatizam a cor e a forma presentes no cotidiano das pessoas, instigando-as a desenvolver um novo olhar sobre seu dia-a-dia, expondo arte que se transforma em objetos funcionais e objetos funcionais que se transformam em arte. Para isso, dez artistas que vivem a realidade de Campina foram escolhidos com o desafio de empregar seu estilo e suas técnicas em um dos vários pontos turísticos do município.
O Projeto A Cor do Ponto é resultado da disciplina Projeto Multimídia realizada na conclusão do curso de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Apresenta como direção geral a comunicóloga e futura diretora em Arte e Mídia, Cristianne Melo, sob a orientação do Mestre Paulo Matias.
A exposição está fazendo parte do projeto SESC Expõe. As obras ficam expostas no SESC Centro até o próximo dia 05 de dezembro, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 8811-7962.
A Cor do Ponto surgiu com objetivo de despertar uma visão diferente da cidade, retratando-a a partir de obras de arte que remetam a pontos turísticos, que enfatizam a cor e a forma presentes no cotidiano das pessoas, instigando-as a desenvolver um novo olhar sobre seu dia-a-dia, expondo arte que se transforma em objetos funcionais e objetos funcionais que se transformam em arte. Para isso, dez artistas que vivem a realidade de Campina foram escolhidos com o desafio de empregar seu estilo e suas técnicas em um dos vários pontos turísticos do município.
O Projeto A Cor do Ponto é resultado da disciplina Projeto Multimídia realizada na conclusão do curso de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Apresenta como direção geral a comunicóloga e futura diretora em Arte e Mídia, Cristianne Melo, sob a orientação do Mestre Paulo Matias.
A exposição está fazendo parte do projeto SESC Expõe. As obras ficam expostas no SESC Centro até o próximo dia 05 de dezembro, das 8h às 12h e das 14h às 18h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 8811-7962.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
NÚCLEO DE LEITURAS DRAMATICAS DA UFCG APRESENTA HOJE O CIRCULO DE GIZ CAUCASIANO, NO SESC CENTRO.

O Núcleo de Leituras Dramáticas, da UFCG, coordenado pela professora Eliane Lisbôa, do Curso de Arte e Mídia, realiza sua primeira apresentação, nesta quarta-feira,25,às 19h dentro do Festival Atos de Teatro, no SESC Centro, a leitura da peça O Círculo de Giz Caucasiano, do dramaturgo alemão, Bertolt Brecht.
A Leitura do texto insere-se no corpo de uma série de homenagens que estão sendo prestadas a Brecht por diferentes grupos: o projeto Hora da Poesia deste mês apresentou alguns de seus poemas, que estão sendo reapresentados nos intervalos das peças dentro do Festival Atos. E entre as ações do Projeto Interações Estéticas, apoiado pela Funarte, uma parceria entre o CUCA, de Campina Grande, e a diretora de teatro Eliane Lisbôa, duas palestras estão sendo realizadas também sobre a vida e obra de Brecht.
Eliane Lisbôa apresenta um estudo comparativo entre o pensamento e a prática de Brecht e Augusto Boal, e nesta quinta-feira, o diretor de teatro Márcio Marciano, do Grupo Alfenins, de João Pessoa, ministra palestra sobre Brecht e a Contemporaneidade. A atividade, que faz também parte da programação do Festival Atos, constitui-se no lançamento oficial do Projeto Interações Estéticas do CUCA/Funarte, que prevê a participação de Eliane Lisbôa junto ao CUCA, ministrando curso de teatro que deverá resultar na montagem de algumas cenas teatrais a serem apresentadas no início de 2010.
O circulo de giz caucasiano
Uma obra-prima do teatro moderno: assim o poeta e tradutor Manuel Bandeira definiu O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO, de Bertolt Brecht (1898-1956), ao verter para o português um dos mais consagrados textos do dramaturgo alemão.
Escrita por Bertolt Brecht entre 1944 e 1945, durante o exílio nos Estados Unidos, O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO (Der Kaukasische Kreidekreis) é uma peça de narrativas concêntricas com um prólogo em que um grupo de camponeses se reúne para discutir o direito à propriedade. O espetáculo é uma encenação em tom de fábula sobre Grushe, uma empregada da corte que toma conta de uma criança abandonada pela mãe durante uma revolução palaciana e a conduz por regiões variadas, além da farsa do beberrão juiz Azdak, um dos personagens mais emblemáticas da dramaturgia de Brecht.
Embora a peça, na montagem original de Brecht, prevesse um elenco de 50 atores, são onze os participantes desta primeira Leitura do Núcleo, na sua maioria estudantes e professores da UFCG, como segue:
Altiéres Estevam da Silva
Darllan Neves
Dianne Ferreira da Silva
Eliane Lisbôa
Joaquim Andrade da Silva
Julliane Pereira
Paulo Philippe Cândido da Silva
Paulo Felix dos Santos
Patrícia Ribeiro
Ramon Zeferino
Washington Silva de Farias
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Dramaturgo paulista realiza palestra sobre Bertolt Brecht

O dramaturgo e ensaísta paulista Márcio Marciano fundador do Coletivo de Teatro Alfenim, realizará nessa quinta-feira, 26, às 17h no auditório da Faculdade de Administração da UEPB, uma palestra sobre a metodologia teatral do dramaturgo e poeta alemão Bertolt Brecht.
O evento que será promovido pelo Centro Universitário de Cultura e Arte de Campina Grande (CUCA-CG), em parceria com a professora do Departamento de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Eliane Lisboa, lança oficialmente o projeto Dramaturgia no CUCA, aprovado no edital “Interações Estéticas” do Ministério da Cultura.
A palestra será realizada dentro da programação do II Festival Atos de Teatro Universitário, que acontece de 23 a 26 de novembro no cine teatro do SESC Centro. O Festival é promovido por estudantes do curso de Arte e Mídia da UFCG.
Marcio Maciano
Márcio Marciano possui experiência de dez anos na Companhia do Latão, de São Paulo, da qual foi um dos fundadores. Dando continuidade ao processo de pesquisa para a criação de uma dramaturgia própria sobre assuntos brasileiros, o dramaturgo reuniu três gerações de atores paraibanos para formar o Coletivo de Teatro Alfenim. Formado em 2007 na cidade de João Pessoa o grupo já participou, com o seu primeiro espetáculo Quebra-Quilos, de alguns dos principais Festivais e Mostras de Teatro do Nordeste, como a Mostra SESC de Teatro do Cariri, o Festival de Inverno de Garanhuns e o Festival do Teatro Nacional de Recife, além de realizar temporadas no Teatro da Caixa Cultural de Brasília e Rio e Janeiro. Em maio de 2009, representou a Paraíba na Mostra Latino Americana de Teatro de Grupo, realizada em São Paulo pela Cooperativa Paulista de Teatro.
Interações estéticas no Centro Universitário de Cultura e Arte de Campina Grande
Será lançado nessa quinta- feira, 26, às 17h na Faculdade de Administração da UEPB, com uma palestra do dramaturgo paulista Marcio Marciano, o projeto Dramaturgia no CUCA, realizado pelo Centro Universitário de Cultura e Arte de Campina Grande (CUCA-CG) em parceria com a professora do Departamento de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Eliane Lisboa.
O projeto foi aprovado no edital “Interações Estéticas” do Ministério da Cultura (Minc) e tem duração de três meses, visando a realização de um curso de Dramatização no CUCA, com enfoque na prática teatral dos dramaturgos Bertolt Brecht e Augusto Boal. A metodologia contará com seminários e palestras, práticas de jogos e exercícios teatrais, culminando com a montagem de algumas cenas.
O público alvo do projeto são os núcleos de Teatro do Oprimido (T.O.) da cidade, agentes multiplicadores e estudantes que queiram se aprofundar no estudo das técnicas de dramaturgia dos dois autores (Brecht e Boal).
Eliane Lisboa
A professora Eliane Lisboa é diretora de teatro, dramaturga e dramaturgista, com mais de 30 anos de experiência na área teatral. Durante os anos 83/84 defendeu mestrado junto à universidade de Paris X-Nanterre, sobre as experiências do Teatro do Oprimido na França, acompanhando Augusto Boal no tempo em que ele esteve exilado naquele país. Defendeu tese de doutorado na Unicamp, sobre a obra de Carlos Alberto Soffredini.
Durante cerca de doze anos Eliane Lisboa foi responsável pela cadeira de dramaturgia no curso de artes cênicas da Udesc em Florianópolis e por quatro anos dirigiu a Cia. Teatral Jogral em Santa Catarina, hoje é professora concursada do Departamento de Arte e Mídia da UFCG.
O projeto foi aprovado no edital “Interações Estéticas” do Ministério da Cultura (Minc) e tem duração de três meses, visando a realização de um curso de Dramatização no CUCA, com enfoque na prática teatral dos dramaturgos Bertolt Brecht e Augusto Boal. A metodologia contará com seminários e palestras, práticas de jogos e exercícios teatrais, culminando com a montagem de algumas cenas.
O público alvo do projeto são os núcleos de Teatro do Oprimido (T.O.) da cidade, agentes multiplicadores e estudantes que queiram se aprofundar no estudo das técnicas de dramaturgia dos dois autores (Brecht e Boal).
Eliane Lisboa
A professora Eliane Lisboa é diretora de teatro, dramaturga e dramaturgista, com mais de 30 anos de experiência na área teatral. Durante os anos 83/84 defendeu mestrado junto à universidade de Paris X-Nanterre, sobre as experiências do Teatro do Oprimido na França, acompanhando Augusto Boal no tempo em que ele esteve exilado naquele país. Defendeu tese de doutorado na Unicamp, sobre a obra de Carlos Alberto Soffredini.
Durante cerca de doze anos Eliane Lisboa foi responsável pela cadeira de dramaturgia no curso de artes cênicas da Udesc em Florianópolis e por quatro anos dirigiu a Cia. Teatral Jogral em Santa Catarina, hoje é professora concursada do Departamento de Arte e Mídia da UFCG.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
SESC Centro realiza I Oficina de Técnica Vocal e Canto
Noções básicas para a produção do som, saúde vocal e exercícios de aquecimento. São alguns dos itens que serão abordados na I Oficina de Técnica Vocal e Canto que será realizada pelo SESC Centro Campina Grande nesta quinta-feira (12), às 19h, no auditório da instituição. As inscrições podem ser feitas antecipadamente ou momentos antes do início da oficina ao preço simbólico de 1 kg de alimento.
A oficina será ministrada pela cantora e compositora Eloide Lima, que tem passagem por vários cursos de técnica vocal e quatro CDs gravados, sendo dois solos. Desde o ano de 2003 Eloide dá aulas de técnica vocal, inclusive para cantores conhecidos da terra, a exemplo de Francisco Brito e Rosa Maria. Desenvolve trabalhos com grupos vocais e corais desde os anos 90.
A I Oficina de Técnica Vocal e Canto não é a única atividade na área de música desenvolvida pelo SESC Centro Campina Grande. Durante todo o ano a instituição oferece ao público em geral cursos de música em vários níveis, além de projetos como o Sonora Brasil e o Sete Notas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3341-5800, pelo endereço eletrônico www.sesccultural.blogspot.com ou no SESC Centro Campina Grande, Rua Jiló Guedes, Santo Antônio, 650.
A oficina será ministrada pela cantora e compositora Eloide Lima, que tem passagem por vários cursos de técnica vocal e quatro CDs gravados, sendo dois solos. Desde o ano de 2003 Eloide dá aulas de técnica vocal, inclusive para cantores conhecidos da terra, a exemplo de Francisco Brito e Rosa Maria. Desenvolve trabalhos com grupos vocais e corais desde os anos 90.
A I Oficina de Técnica Vocal e Canto não é a única atividade na área de música desenvolvida pelo SESC Centro Campina Grande. Durante todo o ano a instituição oferece ao público em geral cursos de música em vários níveis, além de projetos como o Sonora Brasil e o Sete Notas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (83) 3341-5800, pelo endereço eletrônico www.sesccultural.blogspot.com ou no SESC Centro Campina Grande, Rua Jiló Guedes, Santo Antônio, 650.
Sonora Brasil trás a Campina os acordes de Nicolas de Sousa e Aloísio Laurindo
O Projeto Sonora Brasil realiza sua quarta e última etapa, com a apresentação dos violonistas Aluísio Laurindo Jr. (AP) e Nicolas de Souza Barros (RJ). O Sonora é uma realização do Departamento Nacional do SESC em parceria com o SESC Paraíba e apoio do Departamento de Arte e Mídia (DART) da UFCG.
A apresentação acontecerá neste domingo (15), as 17h, no Departamento de Arte e Mídia da UFCG, cuja entrada será um 1Kg de alimento não perecível.
A iniciativa faz parte da Programação Violão Brasileiro Norte-Sudeste e contempla todo o Brasil com concertos, reunindo sempre dois violinistas de estados diferentes e levando músicas de regiões diversas. A partir dessas apresentações, o projeto divulga toda a potencialidade do violão, tanto o erudito quanto no popular.
O repertório de Aluísio Laurindo Jr. e Nicolas Souza será marcado pelas diferenças regionais. Laurindo levará o repertório de compositores do Norte do país, passando por Salomão Habib e Sebastião Tapajós, além de uma obra de Cláudio Santoro, um dos nomes mais importantes da música erudita brasileira.
Souza Barros levará também nomes conhecidos, como Francisco Mignone e Heitor Villa-Lobos. O repertório do carioca também passará por compositores de Maringá, do Rio de Janeiro e São Paulo. Finalizando o evento, acontecerá um duo com interpretações de obras do paraense Luiz Otávio Braga e do capixaba Carlos Cruz.
ALUÍSIO LAURINDO JR. - É violonista, professor, compositor e arranjador e tocou com o quinteto de jazz Pentagrama, da Fundação Carlos Gomes, foi guitarrista e improvisador da Big Band da UFMG e tocou no VI International Vitoria Jazz Festival.
Venceu os prêmios de melhor canção inédita no Fest Sinhá de MPB Itumbiara/GO; de melhor arranjo no Circuito Paulista de Festivais em Ilha Solteira (SP), conquistou o 4º lugar no X Festival de MPB do Conservatório Dramático e Musical de Tatuí (SP) e venceu o I Prêmio Estímulo Altino Pimenta, na categoria música instrumental, oferecido pela Fundação Cultural de Belém.
NICOLAS DE SOUZA BARROS - É professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e já se apresentou nos EUA, França, Alemanha, Inglaterra, México, Canadá e Uruguai, além de diversos estados brasileiros.
Barros realizou estreias nacionais e mundiais de obras de compositores como Villa-Lobos ("Valse-Choro", em 2007), Ronaldo Miranda ("Concerto para Quatro Violões e Orquestra", com o Brasilian Guitar Quartet e a Sinfônica de Baltimore em 2004), Ricardo Tacuchian (estreia pública de "Corncerto para Violão e Orquestra"), Radamés Gnatalli e Alexandre Eisenberg.
Desde 2004, Nicolas tem se dedicado à pesquisa de novos repertórios e à atuação instrumental do violão de oito cordas, com a primeira afinada uma quarta acima da corda mais aguda do violão de seis cordas.
A apresentação acontecerá neste domingo (15), as 17h, no Departamento de Arte e Mídia da UFCG, cuja entrada será um 1Kg de alimento não perecível.
A iniciativa faz parte da Programação Violão Brasileiro Norte-Sudeste e contempla todo o Brasil com concertos, reunindo sempre dois violinistas de estados diferentes e levando músicas de regiões diversas. A partir dessas apresentações, o projeto divulga toda a potencialidade do violão, tanto o erudito quanto no popular.
O repertório de Aluísio Laurindo Jr. e Nicolas Souza será marcado pelas diferenças regionais. Laurindo levará o repertório de compositores do Norte do país, passando por Salomão Habib e Sebastião Tapajós, além de uma obra de Cláudio Santoro, um dos nomes mais importantes da música erudita brasileira.
Souza Barros levará também nomes conhecidos, como Francisco Mignone e Heitor Villa-Lobos. O repertório do carioca também passará por compositores de Maringá, do Rio de Janeiro e São Paulo. Finalizando o evento, acontecerá um duo com interpretações de obras do paraense Luiz Otávio Braga e do capixaba Carlos Cruz.
ALUÍSIO LAURINDO JR. - É violonista, professor, compositor e arranjador e tocou com o quinteto de jazz Pentagrama, da Fundação Carlos Gomes, foi guitarrista e improvisador da Big Band da UFMG e tocou no VI International Vitoria Jazz Festival.
Venceu os prêmios de melhor canção inédita no Fest Sinhá de MPB Itumbiara/GO; de melhor arranjo no Circuito Paulista de Festivais em Ilha Solteira (SP), conquistou o 4º lugar no X Festival de MPB do Conservatório Dramático e Musical de Tatuí (SP) e venceu o I Prêmio Estímulo Altino Pimenta, na categoria música instrumental, oferecido pela Fundação Cultural de Belém.
NICOLAS DE SOUZA BARROS - É professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro e já se apresentou nos EUA, França, Alemanha, Inglaterra, México, Canadá e Uruguai, além de diversos estados brasileiros.
Barros realizou estreias nacionais e mundiais de obras de compositores como Villa-Lobos ("Valse-Choro", em 2007), Ronaldo Miranda ("Concerto para Quatro Violões e Orquestra", com o Brasilian Guitar Quartet e a Sinfônica de Baltimore em 2004), Ricardo Tacuchian (estreia pública de "Corncerto para Violão e Orquestra"), Radamés Gnatalli e Alexandre Eisenberg.
Desde 2004, Nicolas tem se dedicado à pesquisa de novos repertórios e à atuação instrumental do violão de oito cordas, com a primeira afinada uma quarta acima da corda mais aguda do violão de seis cordas.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Moinho de Cinema da Paraíba lança o projeto “Moído” nesta quarta no Bronx
Começa nesta quarta o mais novo projeto do Moinho de Cinema da Paraíba, “Moído”, que vai exibir doze filmes no Bronx Bar, na rua Getúlio Vargas, centro de Campina Grande. Nove diretores locais foram contemplados na mostra que também terá três produções nacionais. Em cada uma das três noites de “Moído”, será exibida uma produção local inédita para a cidade. Além desta quarta-feira, as exibições acontecem no dia 25 de novembro e 9 de dezembro, no mesmo local, a partir das 21h.
Para a estréia, o Moinho selecionou “Homens”, de Lúcia Caus e Bertrand Lira, “Cinderela” de Breno César e Taciano Valério, “Ilha das Flores” de Jorge Furtado e a estréia, “Luzes de uma Noite” de Riccardo Migliore.
Na quarta-feira, dia 25 deste mês, o público poderá assistir “O Guardador”, de Diego Benevides, “Cabaceiras” de Ana Bárbara Ramos, “O Jumento Santo” de Willian Paiva e Leonardo Domingues e a estréia “Em tua mão” de Nathan Cirino. No dia 9 de dezembro, será a vez do “Pela Tela, Pela Janela” de Nycolas Albuquerque, “Súbito” de Breno César, “Dossiê Rê Bordosa” de César Cabral e a estréia de “O Plano do Cachorro” de Arthur Lins e Ely Marques.
O presidente do Moinho de Cinema da Paraíba, Helton Paulino, argumentou que utilizar espaços alternativos, como o Bronx Bar, para a difusão do cinema paraibano, é uma das propostas da ONG. “Temos espaços tradicionais de cinema, como o Cine São José e o próprio Capitólio, que infelizmente foram desativados e abandonados. Mas não podemos deixar de divulgar o audiovisual paraibano e por isso é tão importante o surgimento de novos espaços”, disse.
Além do “Moído”, a partir do dia 18 deste mês acontece o “Projete-se”, uma iniciativa conjunta da Fundação Sistêmica, União Campinense das Equipes Sociais (Uces), Casa Brasil e Moinho de Cinema da Paraíba.
SOBRE O MOINHO - A organização não governamental, Moinho de Cinema da Paraíba trabalha em prol da fomentação e manutenção da produção audiovisual no/do estado, com a finalidade de auxiliar na produção e difusão de obras cinematográficas locais e nacionais, nitidamente não contempladas pelo cinema comercial.
Para a estréia, o Moinho selecionou “Homens”, de Lúcia Caus e Bertrand Lira, “Cinderela” de Breno César e Taciano Valério, “Ilha das Flores” de Jorge Furtado e a estréia, “Luzes de uma Noite” de Riccardo Migliore.
Na quarta-feira, dia 25 deste mês, o público poderá assistir “O Guardador”, de Diego Benevides, “Cabaceiras” de Ana Bárbara Ramos, “O Jumento Santo” de Willian Paiva e Leonardo Domingues e a estréia “Em tua mão” de Nathan Cirino. No dia 9 de dezembro, será a vez do “Pela Tela, Pela Janela” de Nycolas Albuquerque, “Súbito” de Breno César, “Dossiê Rê Bordosa” de César Cabral e a estréia de “O Plano do Cachorro” de Arthur Lins e Ely Marques.
O presidente do Moinho de Cinema da Paraíba, Helton Paulino, argumentou que utilizar espaços alternativos, como o Bronx Bar, para a difusão do cinema paraibano, é uma das propostas da ONG. “Temos espaços tradicionais de cinema, como o Cine São José e o próprio Capitólio, que infelizmente foram desativados e abandonados. Mas não podemos deixar de divulgar o audiovisual paraibano e por isso é tão importante o surgimento de novos espaços”, disse.
Além do “Moído”, a partir do dia 18 deste mês acontece o “Projete-se”, uma iniciativa conjunta da Fundação Sistêmica, União Campinense das Equipes Sociais (Uces), Casa Brasil e Moinho de Cinema da Paraíba.
SOBRE O MOINHO - A organização não governamental, Moinho de Cinema da Paraíba trabalha em prol da fomentação e manutenção da produção audiovisual no/do estado, com a finalidade de auxiliar na produção e difusão de obras cinematográficas locais e nacionais, nitidamente não contempladas pelo cinema comercial.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Mostra de Cinema Francês no SESC
Descobrir ou redescobrir a cinematografia francesa. É isso o que propõe a Mostra do Cinema Francês Contemporâneo, que chega ao SESC Campina Grande essa semana, por meio do projeto Ano da França no Brasil. A partir de quinta-feira (05) até o dia 13 de novembro, com exceção do domingo, o público campinense poderá conferir produções francesas premiadas, sempre no horário das 19h.
A Sala de Vídeo do SESC Centro será um dos 265 locais de difusão audiovisual do SESC Nacional, que foram contemplados com oito filmes, com uma seleção feita pela Cahiers dú Cinema, uma revista francesa sobre crítica do cinema. Esta Mostra traz um resumo do que é hoje o cinema na França, caracterizado pela diversificação, abertura e talento, à imagem de seus idealizadores atuais.
A primeira exibição será com o filme A Esquiva (L’esquive), uma comédia dramática produzida em 2003, com a direção de Abdellatif Kechiche. A história se passa em um conjunto habitacional no subúrbio parisiense, onde um anjo passa declamando apaixonadamente versos da peça "Le jeu de l'amour et du hasard", de Marivaux.
Esse anjo é Lydia, ensaiando o espetáculo montado por sua turma de sala de aula para as festividades da escola. Krimo, no auge de seus 15 anos, se apaixona por ela e corrompe seu amigo Rachid, parceiro de cena com Lydia, para obter o papel de Arlequim. O filme é recomendado para maiores de 16 anos.
A Mostra faz parte do Projeto Ano da França no Brasil. A realização é do SESC Paraíba em parceria com Departamento Nacional do SESC, República Francesa, Ministério da Cultura e a curadoria de Cahiers dú Cinema.
Confira a programação completa:
05/11 (quinta) – A Esquiva (L’esquive), de Abdellatif Kechiche (2003);
06/11 (sexta) – Até Já (A tout de suíte), de Benoit Jacquot (2004);
07/11 (sábado) – Assassinas (Meurtrières), de Patrick Grandperret (2006);
09/11 (segunda) – De volta a Normandia (Retour en Normandie), de Nicolas Philibert (2007);
10/11 (terça) – O último dos loucos (Le Dernier des Fous), de Laurent Achard (2006);
11/11 (quarta) – Povoado Number One (Bled Number One), de Rabah Ameur-Zaimèche (2006);
12/11 (quinta) – A França (La France), de Serze Bozon (2007);
13/11 (sexta) – Tudo Perdoado (Tout est pardonné), de Mia Hansen-Løve (2007).
Assessoria de Comunicação
A Sala de Vídeo do SESC Centro será um dos 265 locais de difusão audiovisual do SESC Nacional, que foram contemplados com oito filmes, com uma seleção feita pela Cahiers dú Cinema, uma revista francesa sobre crítica do cinema. Esta Mostra traz um resumo do que é hoje o cinema na França, caracterizado pela diversificação, abertura e talento, à imagem de seus idealizadores atuais.
A primeira exibição será com o filme A Esquiva (L’esquive), uma comédia dramática produzida em 2003, com a direção de Abdellatif Kechiche. A história se passa em um conjunto habitacional no subúrbio parisiense, onde um anjo passa declamando apaixonadamente versos da peça "Le jeu de l'amour et du hasard", de Marivaux.
Esse anjo é Lydia, ensaiando o espetáculo montado por sua turma de sala de aula para as festividades da escola. Krimo, no auge de seus 15 anos, se apaixona por ela e corrompe seu amigo Rachid, parceiro de cena com Lydia, para obter o papel de Arlequim. O filme é recomendado para maiores de 16 anos.
A Mostra faz parte do Projeto Ano da França no Brasil. A realização é do SESC Paraíba em parceria com Departamento Nacional do SESC, República Francesa, Ministério da Cultura e a curadoria de Cahiers dú Cinema.
Confira a programação completa:
05/11 (quinta) – A Esquiva (L’esquive), de Abdellatif Kechiche (2003);
06/11 (sexta) – Até Já (A tout de suíte), de Benoit Jacquot (2004);
07/11 (sábado) – Assassinas (Meurtrières), de Patrick Grandperret (2006);
09/11 (segunda) – De volta a Normandia (Retour en Normandie), de Nicolas Philibert (2007);
10/11 (terça) – O último dos loucos (Le Dernier des Fous), de Laurent Achard (2006);
11/11 (quarta) – Povoado Number One (Bled Number One), de Rabah Ameur-Zaimèche (2006);
12/11 (quinta) – A França (La France), de Serze Bozon (2007);
13/11 (sexta) – Tudo Perdoado (Tout est pardonné), de Mia Hansen-Løve (2007).
Assessoria de Comunicação
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Sucesso da IIa. Conferência Municipal de Cultura é unanimidade
A IIa. Conferência Municipal de Cultura de Campina Grande, apesar de pouca ou nenhuma divulgação oficial dada ao evento, acabou se constituindo num momento de grande importância, em função da participação dos artistas, que conseguiram se articular e por conta própria dar uma maior visibilidade ao mesmo.
Um total de 120 credenciados com direito a voz e voto, - e com um número ainda bem maior de participantes que não puderam votar, já que as inscrições para o credenciamento se limitaram ao horário das 8h00 às 9h00 numa plena quarta-feira útil -, garantiram uma série de propostas que estão sendo encaminhadas à Prefeitura Municipal. De fato a Conferência, dada sua legitimidade a nivel inclusive federal, faz com que as propostas surgidas nas discussões e votadas na plenaria tenham que ser cumpridas pelos governantes locais, o que deve determinar importantes mudanças nos rumos da política cultural em Campina Grande.
Uma demanda comum e inconteste de todos os participantes – músicos, teatreiros, artistas plásticos, artesãos, dançarinos e quadrilheiros, entre outros - é a criação de uma Secretaria de Cultura independente das demais secretarias, portanto com orçamento próprio para desenvolvimento de projetos específicos da área. Junto com ela a criação de um verdadeiro Conselho de Cultura, configuração de um Plano de Cultura do Município e retomada em novos moldes do Fundo de Apoio à Cultura.
A necessidade de espaços próprios de trabalho para apresentações, no Centro e nos bairros, políticas de apoio à formação, distribuição e criação artística, foram ponto de pauta. Também a necessidade de repensar os modos de financiamento e apoio aos grandes eventos da cidade como o Maior São João do Mundo e o Festival de Inverno entre outros, foi abordada.
Também o imediato inicio da reforma do Teatro Municipal e a abertura de discussão sobre a recuperação dos Cines S. José e Capitólio, entre outros espaços ociosos e em abandono, disponíveis na cidade para atividades culturais estão entre as propostas elaboradas pelos artistas presentes.
Os relatores dos grupos formados para as discussões ao longo do dia comprometeram-se em reunir-se para dar uma formatação final a todas as propostas levantadas, que espera-se seja em breve divulgada de forma ampla em toda a imprensa. Aliás, outra demanda dos participantes foi a constituição de formas efetivas de divulgação de todos as atividades culturais da cidade e um maior entrelaçamento dos agentes culturais com a própria Prefeitura, através de um site especifico da cultura onde se tenha acessos a todas as informações referentes à área no município.
Finalmente, formou-se uma comissão com representantes das diversas áreas das artes e um representante da área cultural da administração municipal, para um prazo de 90 dias elaborar um projeto de Lei relativo à constituição de um Conselho de Cultura do município que deverá ser encaminhado então pelo Prefeito Municipal para aprovação junto à Câmara de Vereadores.
Esses são apenas alguns dos pontos levantados pelos participantes, que em unanimidade destacam a importância do evento, e sua vontade de continuar a discutir e a desenvolver uma ação de maior integração, através da constituição de um fórum da cultura, como forma de contribuir com o poder publico na constituição d ema efetiva política cultural democrática, abarcando todos os setores culturais de forma igualitária e também oferecendo a todos os bairros da cidade, a possibilidade de acesso às atividades e ações culturais que tem se encontrado com exclusividade no centro da Cidade.
Em continuidade à Conferência Municipal, em novembro próximo acontece a Conferência Estadual de Cultural, que será sediada também na Cidade de Campina Grande, e para a qual foram escolhidos, nesta última quarta feira, os seis nomes e os de seis suplentes, que deverão representar a comunidade local no Encontro.
Está de parabéns a comunidade dos artistas e agentes de cultura de Campina Grande, que souberam desenvolver um trabalho em harmonia e buscando o melhor para toda a cidade, está de parabéns o poder público municipal na pessoa do Sr. Alexandre Tan e toda sua equipe que de maneira democrática coordenaram o evento, criando as condições para que os participantes pudessem se manifestar livremente e definir as metas da cultura na cidade, e está de parabéns o governo federal que através de sua política Nacional de Cultura com a implantação do Sistema Nacional de Cultura tem provocado e possibilitado que uma verdadeira virada cultural aconteça em todo o país.
Por Eliane Lisboa
Um total de 120 credenciados com direito a voz e voto, - e com um número ainda bem maior de participantes que não puderam votar, já que as inscrições para o credenciamento se limitaram ao horário das 8h00 às 9h00 numa plena quarta-feira útil -, garantiram uma série de propostas que estão sendo encaminhadas à Prefeitura Municipal. De fato a Conferência, dada sua legitimidade a nivel inclusive federal, faz com que as propostas surgidas nas discussões e votadas na plenaria tenham que ser cumpridas pelos governantes locais, o que deve determinar importantes mudanças nos rumos da política cultural em Campina Grande.
Uma demanda comum e inconteste de todos os participantes – músicos, teatreiros, artistas plásticos, artesãos, dançarinos e quadrilheiros, entre outros - é a criação de uma Secretaria de Cultura independente das demais secretarias, portanto com orçamento próprio para desenvolvimento de projetos específicos da área. Junto com ela a criação de um verdadeiro Conselho de Cultura, configuração de um Plano de Cultura do Município e retomada em novos moldes do Fundo de Apoio à Cultura.
A necessidade de espaços próprios de trabalho para apresentações, no Centro e nos bairros, políticas de apoio à formação, distribuição e criação artística, foram ponto de pauta. Também a necessidade de repensar os modos de financiamento e apoio aos grandes eventos da cidade como o Maior São João do Mundo e o Festival de Inverno entre outros, foi abordada.
Também o imediato inicio da reforma do Teatro Municipal e a abertura de discussão sobre a recuperação dos Cines S. José e Capitólio, entre outros espaços ociosos e em abandono, disponíveis na cidade para atividades culturais estão entre as propostas elaboradas pelos artistas presentes.
Os relatores dos grupos formados para as discussões ao longo do dia comprometeram-se em reunir-se para dar uma formatação final a todas as propostas levantadas, que espera-se seja em breve divulgada de forma ampla em toda a imprensa. Aliás, outra demanda dos participantes foi a constituição de formas efetivas de divulgação de todos as atividades culturais da cidade e um maior entrelaçamento dos agentes culturais com a própria Prefeitura, através de um site especifico da cultura onde se tenha acessos a todas as informações referentes à área no município.
Finalmente, formou-se uma comissão com representantes das diversas áreas das artes e um representante da área cultural da administração municipal, para um prazo de 90 dias elaborar um projeto de Lei relativo à constituição de um Conselho de Cultura do município que deverá ser encaminhado então pelo Prefeito Municipal para aprovação junto à Câmara de Vereadores.
Esses são apenas alguns dos pontos levantados pelos participantes, que em unanimidade destacam a importância do evento, e sua vontade de continuar a discutir e a desenvolver uma ação de maior integração, através da constituição de um fórum da cultura, como forma de contribuir com o poder publico na constituição d ema efetiva política cultural democrática, abarcando todos os setores culturais de forma igualitária e também oferecendo a todos os bairros da cidade, a possibilidade de acesso às atividades e ações culturais que tem se encontrado com exclusividade no centro da Cidade.
Em continuidade à Conferência Municipal, em novembro próximo acontece a Conferência Estadual de Cultural, que será sediada também na Cidade de Campina Grande, e para a qual foram escolhidos, nesta última quarta feira, os seis nomes e os de seis suplentes, que deverão representar a comunidade local no Encontro.
Está de parabéns a comunidade dos artistas e agentes de cultura de Campina Grande, que souberam desenvolver um trabalho em harmonia e buscando o melhor para toda a cidade, está de parabéns o poder público municipal na pessoa do Sr. Alexandre Tan e toda sua equipe que de maneira democrática coordenaram o evento, criando as condições para que os participantes pudessem se manifestar livremente e definir as metas da cultura na cidade, e está de parabéns o governo federal que através de sua política Nacional de Cultura com a implantação do Sistema Nacional de Cultura tem provocado e possibilitado que uma verdadeira virada cultural aconteça em todo o país.
Por Eliane Lisboa
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
A hora e a Vez da Cultura
Depois das conferências de juventude e comunicação chegou a hora da Cultura, que acontecerá de 20 a 21 de outubro.
A facilitadora do MINC para a região da Paraíba, nas ações de planejamento e organização das Conferências de Cultura que devem acontecer durante este ano de 2009, Sra. Alice Monteiro, esteve neste último sábado em Campina grande, a convite de artistas e agentes de cultura da cidade. O objetivo do encontro foi orientar os agentes de cultura locais sobre a situação atual das políticas nacionais, estaduais e municipais de cultura, e preparar artistas e a comunidade em geral a participar de modo mais ativo no processo de planejamento e implantação destas políticas.
Já há vários anos vem se organizando e definindo no país uma política de Estado para a Cultura, com a implantação do Sistema Nacional de Cultura, que entre outras coisas prevê a realização de Conferências Nacionais, Estaduais e Municipais, e a implantação ou redefinição dos Conselhos de Cultura em todos os âmbitos. Na reunião deste último sábado os artistas presentes concordaram em se colocar como colaboradores para a realização da Conferência Municipal de Campina Grande, e para tanto estão encaminhando nesta data um documento à Direção de Cultura do Município, colocando-se à disposição da mesma para auxiliar no que for preciso, de modo a permitir a mais ampla divulgação e participação efetiva no evento, de toda a comunidade e do conjunto dos artistas em particular.
A integração das ações e políticas culturais do município dentro das normas previstas pelo Sistema Nacional de Cultura é uma das garantias de atendimento das demandas orçamentárias municipais pelo governo Federal. A PEC 150, recentemente aprovada pela Comissão de Educação e Cultura do Congresso e que deve ser sancionada em breve pelo Senado Federal garante um importante percentual a ser aplicado especificamente na área cultural, o que abre à sociedade como um todo e aos artistas de modo especifico a possibilidade de um apoio mais efetivo para suas aspirações.
De acordo com a nova Lei, o governo federal deverá dispor de 2% do Orçamento Geral da União para área da cultura, sendo que deste total 1% está voltado para os projetos a nível nacional, e 0,5% para os municípios. Mas só poderão receber estes valores os Municípios e Estados que tiverem implantado políticas públicas de acordo com o previsto no Sistema Nacional, como a realização das conferências municipais e estaduais de cultura, criação ou adequação dos Conselhos de Cultura, com caráter deliberativo, e a implantação de um Fundo Municipal de Cultura. Além das verbas federais e estaduais que os municípios deverão receber, o próprio município obriga-se também a dispor dentro de seu orçamento geral de um valor percentual mínimo para ser aplicado exclusivamente na cultura.
Segundo Alice Monteiro, para a composição do Conselho de Cultura, a lei estabelece uma presença no mínimo paritária de representantes da sociedade civil, entre eles os representantes da classe artística, que deverão ser escolhidos por seus pares nas áreas específicas de atuação (teatro, literatura, cinema, música, entre outras). Durante a Conferência deve ser previsto um momento em que os artistas irão se distribuir por Grupos de Trabalho para discutir as questões especificas de cada uma de suas áreas, e ao mesmo tempo eleger os seus representantes no futuro Conselho de Cultura.
Durante a Conferência Municipal deverão ser eleitos também os representantes da cidade que deverão participar da Conferência Estadual, em número correspondente a 5% do total de participantes da Conferência Municipal. Por isto mesmo é muito importante a participação de todos os interessados nas ações de preparação e durante a própria Conferência Municipal de Cultura de Campina Grande, de modo a fortalecer o pensamento democrático e a mais ampla participação de toda a sociedade nos benefícios oriundos da implantação do Sistema Nacional de Cultura na cidade, no Estado e no país.
Acredita-se que muito em breve a Direção de Cultura de Campina Grande coloque à disposição do público todas as informações relativas à organização e realização da Conferência Municipal de Cultura, que deve acontecer nos próximos dias 20 (à noite) e 21 (durante todo o dia), em local a ser definido pela Prefeitura. Todos os participantes do encontro do último sábado colocam-se à disposição dos dirigentes de cultura locais, no sentido de auxiliar no que for preciso para a sua mais ampla e democrática realização. Ações de divulgação junto à comunidade em geral e de mobilização da comunidade artística de um modo geral estão sendo implantadas para que todos possam chegar à Conferência bem informados no que respeita à legislação referente ao assunto e também às novas possibilidades que se abrem de uma participação mais efetiva de toda a sociedade nas políticas culturais em todas as instâncias da Federação.
Por Eliane Lisboa
A facilitadora do MINC para a região da Paraíba, nas ações de planejamento e organização das Conferências de Cultura que devem acontecer durante este ano de 2009, Sra. Alice Monteiro, esteve neste último sábado em Campina grande, a convite de artistas e agentes de cultura da cidade. O objetivo do encontro foi orientar os agentes de cultura locais sobre a situação atual das políticas nacionais, estaduais e municipais de cultura, e preparar artistas e a comunidade em geral a participar de modo mais ativo no processo de planejamento e implantação destas políticas.
Já há vários anos vem se organizando e definindo no país uma política de Estado para a Cultura, com a implantação do Sistema Nacional de Cultura, que entre outras coisas prevê a realização de Conferências Nacionais, Estaduais e Municipais, e a implantação ou redefinição dos Conselhos de Cultura em todos os âmbitos. Na reunião deste último sábado os artistas presentes concordaram em se colocar como colaboradores para a realização da Conferência Municipal de Campina Grande, e para tanto estão encaminhando nesta data um documento à Direção de Cultura do Município, colocando-se à disposição da mesma para auxiliar no que for preciso, de modo a permitir a mais ampla divulgação e participação efetiva no evento, de toda a comunidade e do conjunto dos artistas em particular.
A integração das ações e políticas culturais do município dentro das normas previstas pelo Sistema Nacional de Cultura é uma das garantias de atendimento das demandas orçamentárias municipais pelo governo Federal. A PEC 150, recentemente aprovada pela Comissão de Educação e Cultura do Congresso e que deve ser sancionada em breve pelo Senado Federal garante um importante percentual a ser aplicado especificamente na área cultural, o que abre à sociedade como um todo e aos artistas de modo especifico a possibilidade de um apoio mais efetivo para suas aspirações.
De acordo com a nova Lei, o governo federal deverá dispor de 2% do Orçamento Geral da União para área da cultura, sendo que deste total 1% está voltado para os projetos a nível nacional, e 0,5% para os municípios. Mas só poderão receber estes valores os Municípios e Estados que tiverem implantado políticas públicas de acordo com o previsto no Sistema Nacional, como a realização das conferências municipais e estaduais de cultura, criação ou adequação dos Conselhos de Cultura, com caráter deliberativo, e a implantação de um Fundo Municipal de Cultura. Além das verbas federais e estaduais que os municípios deverão receber, o próprio município obriga-se também a dispor dentro de seu orçamento geral de um valor percentual mínimo para ser aplicado exclusivamente na cultura.
Segundo Alice Monteiro, para a composição do Conselho de Cultura, a lei estabelece uma presença no mínimo paritária de representantes da sociedade civil, entre eles os representantes da classe artística, que deverão ser escolhidos por seus pares nas áreas específicas de atuação (teatro, literatura, cinema, música, entre outras). Durante a Conferência deve ser previsto um momento em que os artistas irão se distribuir por Grupos de Trabalho para discutir as questões especificas de cada uma de suas áreas, e ao mesmo tempo eleger os seus representantes no futuro Conselho de Cultura.
Durante a Conferência Municipal deverão ser eleitos também os representantes da cidade que deverão participar da Conferência Estadual, em número correspondente a 5% do total de participantes da Conferência Municipal. Por isto mesmo é muito importante a participação de todos os interessados nas ações de preparação e durante a própria Conferência Municipal de Cultura de Campina Grande, de modo a fortalecer o pensamento democrático e a mais ampla participação de toda a sociedade nos benefícios oriundos da implantação do Sistema Nacional de Cultura na cidade, no Estado e no país.
Acredita-se que muito em breve a Direção de Cultura de Campina Grande coloque à disposição do público todas as informações relativas à organização e realização da Conferência Municipal de Cultura, que deve acontecer nos próximos dias 20 (à noite) e 21 (durante todo o dia), em local a ser definido pela Prefeitura. Todos os participantes do encontro do último sábado colocam-se à disposição dos dirigentes de cultura locais, no sentido de auxiliar no que for preciso para a sua mais ampla e democrática realização. Ações de divulgação junto à comunidade em geral e de mobilização da comunidade artística de um modo geral estão sendo implantadas para que todos possam chegar à Conferência bem informados no que respeita à legislação referente ao assunto e também às novas possibilidades que se abrem de uma participação mais efetiva de toda a sociedade nas políticas culturais em todas as instâncias da Federação.
Por Eliane Lisboa
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Festival Palco Giratório girou na Paraíba
Apresentações de teatro, música e dança multiplicadas por 30. Tudo isso regado diariamente a muita dedicação de todos que fizeram o evento, a aplausos, curiosidade e encanto vindos da platéia que compareceu ao Cine Teatro do SESC Centro, Palácio das Artes Suellen Carolini e Praça da Bandeira.
Espetáculos de todo o país, giraram em palcos e praça. Dança, música e teatro em plena Praça da Bandeira, chegou a presentear mais de 30 mil espectadores. No teatro do SESC o Festival fez girar arte local e nacional, com público assíduo, em média 10 mil pessoas. Já no Palácio das Artes Suellen Carolini, o público infantil, de escolas municipais e estaduais, que chegou a mais de 4 mil, se deleitou com o melhor da produção teatral para crianças.
Assim pode ser resumido o I Festival Palco Giratório SESC Paraíba, que além de tudo isso recebeu o projeto “Gira França”, com o teatro moderno francês, no ano da França no Brasil. Neste mês de setembro, em Campina Grande, um público estimado em 50 mil pessoas pôde acompanhar, assim como em João Pessoa, aos mais diversos tipos de linguagens das artes cênicas além de prestigiar os projetos Sete Notas e Sonora Brasil.
A dança de diversos grupos folclóricos, cia. de ballet e dança-teatro de Campina Grande também esteve presente, na Praça da Bandeira, levando a diversidade de ritmos ao público presente em cada apresentação. Mais de 80 espetáculos se espalharam por Campina Grande e levaram a cada pessoa, que atenta assistia, dos oito aos oitenta anos de idade.
Além disso, o setor comercial e econômico também ficou bastante movimentado. “Eu sou taxista e todas as noites estava na porta do SESC, com clientela certa, vamos sentir falta” disse Antônio Ferreira. O setor hoteleiro, restaurantes e comércio em geral receberam benefícios e renda.
O SESC Paraíba agradece aos parceiros: SESC Rio Grande do Norte, Palácio das Artes Suellen Carolini, Gráfica Artexpress, Epgraf, Shamar pró-áudio estúdio de gravação e Teatro Municipal Severino Cabral. Agradecemos de forma especial a todos os meios de comunicação que nos apoiaram em tão grandioso evento cultural.
Fecham-se as cortinas em Campina Grande e João Pessoa. Nos veremos no próximo Palco Giratório.
Bom espetáculo a todos!
Espetáculos de todo o país, giraram em palcos e praça. Dança, música e teatro em plena Praça da Bandeira, chegou a presentear mais de 30 mil espectadores. No teatro do SESC o Festival fez girar arte local e nacional, com público assíduo, em média 10 mil pessoas. Já no Palácio das Artes Suellen Carolini, o público infantil, de escolas municipais e estaduais, que chegou a mais de 4 mil, se deleitou com o melhor da produção teatral para crianças.
Assim pode ser resumido o I Festival Palco Giratório SESC Paraíba, que além de tudo isso recebeu o projeto “Gira França”, com o teatro moderno francês, no ano da França no Brasil. Neste mês de setembro, em Campina Grande, um público estimado em 50 mil pessoas pôde acompanhar, assim como em João Pessoa, aos mais diversos tipos de linguagens das artes cênicas além de prestigiar os projetos Sete Notas e Sonora Brasil.
A dança de diversos grupos folclóricos, cia. de ballet e dança-teatro de Campina Grande também esteve presente, na Praça da Bandeira, levando a diversidade de ritmos ao público presente em cada apresentação. Mais de 80 espetáculos se espalharam por Campina Grande e levaram a cada pessoa, que atenta assistia, dos oito aos oitenta anos de idade.
Além disso, o setor comercial e econômico também ficou bastante movimentado. “Eu sou taxista e todas as noites estava na porta do SESC, com clientela certa, vamos sentir falta” disse Antônio Ferreira. O setor hoteleiro, restaurantes e comércio em geral receberam benefícios e renda.
O SESC Paraíba agradece aos parceiros: SESC Rio Grande do Norte, Palácio das Artes Suellen Carolini, Gráfica Artexpress, Epgraf, Shamar pró-áudio estúdio de gravação e Teatro Municipal Severino Cabral. Agradecemos de forma especial a todos os meios de comunicação que nos apoiaram em tão grandioso evento cultural.
Fecham-se as cortinas em Campina Grande e João Pessoa. Nos veremos no próximo Palco Giratório.
Bom espetáculo a todos!
Assinar:
Postagens (Atom)